segunda-feira, 30 de abril de 2012




Pelo que tenho sondado no submundo da politica...o REAL dono da DELTA, é Zé Dirceu!
mariangela veiga

E o real dono da Odebrecht, dizem, é Luiz Inácio da Silva.

Essa é a pobreza moral, ética e estética, além, claro, de cultural, da elite pós-Lula neste ,país. Nunca se imaginou Ruth Cardoso de Mello exibindo sapatos para aparecer. Mas estas pés de chinelo não hesitaram em fazer pose por causa de uma grife. Que vergonha!



Não preciso falar muito. Nem fazer legenda para a foto dessas mulheres exibindo em Paris os sapatos Christian Louboutin, que custam até R$ 10 mil reais.

Elas o exibem como os caçadores exibem a cabeça de um leão, um troféu valioso que vale ser mostrado. Não costumo fazer legenda para fotos eloqüentes. Lembro apenas que alem de mulher do governador Sergio Cabral, Sra. Adriana Ancelmo, está nessa foto a mulher do Secretario de Saúde Sérgio Cortes


Fernando Gabeira


domingo, 29 de abril de 2012

Reproduzo, a seguir, texto do blog de Reinaldo Azevedo sobre a inconsistência da gritaria de parte da imprensa, da esquerda e dos ambientalistas, dobrados aos interesses estrangeiros, contra a aprovação do novo Código Florestal.


Na foto, o Rei Juan Carlos, presidente de honra do WWF na Espanha.
Caçando elefantes em Botswana para matar o tempo.



Código Florestal - As esquerdas e ambientalistas de joelhos para os… imperialistas!!!

A gritaria de setores da imprensa e dos parlamentares de esquerda — muito especialmente os petistas — com a aprovação do novo Código Florestal é patética! Preveem o armagedom ambiental, o que é uma grossa bobagem. Mas já estamos acostumados a essas escatologias. O que me deixa mais intrigado — e, em certa medida, escandalizado — são os argumentos.




“O Brasil vai perder a liderança ambiental!”




Pergunto e considero - Perder para quem? Quem vai assumir o nosso lugar? Os EUA? A China? Algum país europeu? A Indonésia? O Japão? A Rússia? A Índia? Digam-me um só país no mundo que tenha uma legislação ao menos parecida com o que está no relatório do deputado Paulo Piau.


“As entidades ambientalistas ficarão decepcionadas com o Brasil e dirão que Dilma não cumpre a sua promessa”.




Pergunto e considero - Dilma governa para as ONGs ou para o conjunto dos brasileiros? Por que as entidades ambientais acham que podem impor ao Brasil o que não sonhariam em impor à China, já que não podem nem mesmo entrar naquele país? Por lá não há ONG ou qualquer coisa parecida com Ministério Público. A bala de prata resolve as contendas. Não admiro o modelo, não! Só estou afirmando que o governo do Brasil tem de ter uma gestão que atenda, antes de mais nada, às necessidades dos brasileiros. Com efeito, não estamos sozinhos no mundo. Mas transformar uma legislação que nos põe na vanguarda do conservacionismo num retrocesso é pilantragem intelectual.




“O Brasil sofrerá prejuízos efetivos com o novo código”.




Pergunto e considero - Quais? Quem deixará de investir no país porque o código não pune os pequenos agricultores — que é o que, de fato, querem os críticos do texto? Quem poderá cobrar do país, como se fosse seu chefe ou metrópole, que aja dessa ou daquela maneira?

Vocês notaram? O Brasil não pode fazer Belo Monte porque, afinal, as ditas entidades internacionais ficarão agastadas… O Brasil não pode votar seu código florestal, protegendo o meio ambiente, mas preservando a produção agropecuária, porque esses patrulheiros planetários vão se zangar. Ontem, até uma representante da WWF — aquela que tem como presidente de honra um caçador de elefantes — resolveu atacar o texto.


É a velha história: desafio qualquer um a provar que o texto de Piau protege, como querem alguns tontos, os latifundiários, os grandes proprietários, o agronegócio — palavra pela qual eles são tarados. Deixa-se de punir o pequeno. E, mesmo assim, de forma imperfeita. Se todos os agricultores de Santa Catarina, por exemplo, tiverem de reflorestar áreas de 15 metros às margens dos rios, terão de abandonar o campo. Os que estão reclamando queriam uma área ainda maior. Não custa lembrar que uma das propostas defendidas por Marina Silva e sua turma liquidava com a produção leiteira de Minas Gerais.




As esquerdas de antigamente gostavam de acusar os conservadores de servilismo aos interesses imperialistas… Hoje, quem vive de joelhos para as Fundações Ford, Greenpeaces e WWFs da vida são eles. O MEIO AMBIENTE VIORU UM GRANDE NEGÓCIO



REINALDO AZEVEDO

DECIO SÁ , SIGA EM PAZ!



Entidades de imprensa nacionais e internacionais repudiaram o assassinato do jornalista maranhense Décio Sá, ocorrido na noite desta segunda-feira, 23 de abril, e criticaram o aumento da impunidade em crimes contra a imprensa no Brasil.

Sá, 42 anos, trabalhou 17 anos na seção de política do jornal O Estado do Maranhão e escrevia sobre crime e corrupção em seu blog, um dos mais populares do Maranhão.

A Sociedade Interamericana de Imprensa e a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) salientaram que as autoridades precisam assegurar que os jornalistas possam trabalhar livremente quando averiguam temas de corrupção. "Esperamos que este assassinato sirva como advertência às autoridades do norte e nordeste sobre os perigos aos quais os repórteres se expõem", afirmou a RSF em comunicado.
...

Universidades de SP descartam cota



Um dia após o Supremo Tribunal Federal decidir pela legalidade das cotas raciais, a USP, a Unesp e a Unicamp descartaram adotar o sistema de seleção


USP, Unesp e Unicamp têm programas de inclusão de alunos de escola pública e não pretendem adotar sistema racial; ONG moverá ação

Paulo Saldaña


Mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pela legalidade das cotas raciais, a USP não pretende adotar o sistema. Em 2009, quando assumiu a reitoria da USP, João Grandino Rodas afirmou que as cotas seriam "discutidas" no Conselho Universitário, mas o assunto só foi falado de forma marginal durante debate para reforma do programa de inclusão de alunos de escolas públicas na instituição.


As universidades estaduais Paulista (Unesp) e de Campinas (Unicamp) também informaram que não vão adotar cotas. USP, Unesp e Unicamp defendem a prevalência do mérito na seleção, embora tenham ações de inclusão - sem, no entanto, reservar vagas.


A ONG Educafro afirmou que vai entrar com uma ação na Justiça contra as três instituições para que o sistema seja adotado. O processo deverá ser protocolado até o dia 11 de maio.


"Após a decisão do STF e da orientação expressa dos ministros, vamos entrar com ação de Obrigação de Fazer", afirma o presidente da Educafro, frei David dos Santos. "Único programa que provou eficiência na inclusão de negros é a cota. Se a USP provar que incluiu a mesma porcentagem de negros que a UERJ e UnB, eu mudo de opinião", afirmou.


Quando Rodas foi escolhido reitor da USP, a Educafro comemorou. Rodas havia defendido as cotas em conversas com a ONG. Em entrevista ao Estado, no dia em que foi anunciado reitor, disse: "Realmente é necessário que a USP discuta cotas e outras coisas. Por essa razão, vamos levar essa problemática ao Conselho Universitário".


A USP não informou a quantidade de negros matriculados. A universidade mantém o Programa de Inclusão Social (Inclusp), que dá bônus no vestibular a estudantes da rede pública. Neste ano, 28% dos novos alunos vieram de escolas públicas.

QUEM? ALGUÉM SABE?



Como, uma pequena empresa lá de Pernambuco, em tempo recorde, durante o governo do PT, torna-se uma potência ganhando a maioria dos contratos do governo e com estes, abocanhando bilhões?

Mesmo com comprovada ineficiência, obras mal feitas, atrasos, superfaturamento, a empresa prodígio continua a merecer confiança do Governo e a ganhar contratos, operando em quase todo o país e em diversificadas atividades. Sem dúvidas, um fenômeno!

A pergunta que não quer calar:

Quem é o verdadeiro dono da Delta, empresa lá de Pernambuco, que dominou o país? Quem?

SOBRE COTAS..LEIAM E DELICIEM-SE






Indio, retirado à força do STF, durante a sessão de julgamento das cotas
para negros. Ele apenas desejava o mesmo benefício para os índios. Enfim
indio ainda não aprendeu que este Brasil é uma FARSA


PROF GUSTAVO- BLOG DO CONTRA



Sabem aquele princípio de que todos são iguais perante a Lei? Podem esquecer. Graças ao STF, que no dia 25 validou por unanimidade a tese de que o sistema de cotas raciais nas universidades é constitucional, esse princípio sagrado do Direito e da Democracia virou letra morta. A partir de agora, está instituído oficialmente que há, no Brasil, cidadãos e cidadãos – ou cidadãos e "afro-descendentes".




Lembram ainda daquela conclusão científica, a que se chegou depois de anos de estudo, e que foi considerada um importante avanço humanista quando divulgada há alguns anos, segundo a qual o conceito de "raça" foi descartado como uma ficção racista que não tem nada a ver com a biologia e quem tem raça, portanto, é cachorro? Pois é. Podem esquecer isso também. De acordo com as incelenças togadas do STF, o racismo é algo que deve ser não execrado, mas aplaudido. Abaixo Nelson Mandela! Abaixo Martin Luther King! Viva Hitler! Viva Goebbels! Viva Gobineau!




Quem acompanhou a votação da matéria no STF sabe do que estou falando. O principal tribunal do país, que já decidira mandar às favas a Constituição em nome da "união homoafeativa" – revogando, assim, o Artigo que trata da organização familiar e instituindo uma terceira categoria sexual –, resolveu por bem avalizar a separação racial no Brasil.



Li que, durante a votação no STF, um índio presente na platéia teve de ser retirado pelos seguranças porque estava perturbando a sessão, gritando que deveriam ser reservadas cotas semelhantes também para índios. Eu, que tenho cá uma gota de sangue índio, já estou pensando em protocolar um pedido para ser beneficiado por esse sistema maravilhoso. Só estou na dúvida se, pelo critério das cotas, eu teria direito a 50%, ou a 25%, ou a 15% das mesmas, já que minha ascendência indígena se perde nas brumas do tempo... Como ocorre com a maioria dos brasileiros, que, como dizia Gilberto Freyre, trazem todos, mesmo o loiro de olhos azuis, a marca do negro, sou um ser racialmente tão definido quanto a sexualidade de muitos artistas.




Tenho uma sugestão aos senhores ministros do STF: por que não criar, estimulados pelo índio que queria apito, cotas para pessoas que se declararem incolores, ou sem raça definida? Ou para torcedores do Ferroviário? Por que não? Estes, pelo menos, eu sei que existem. Ao contrário da auto-declarada "raça" batizada de "afro-descendente", algo real somente na cabeça de militantes políticos e dos juízes do STF rendidos ao politicamente correto.

Piada do dia




PIADA DO DIA: Andressa Mendonça, esposa de Carlinhos Cachoeira, diz que ele é inocente e faz caridade.

"Julgam o Carlinhos por isso ou por aquilo. Mas a pessoa que eu conheço não é essa. O Carlinhos que eu conheço faz caridade, doa caminhão de macarrão para creche, doa caminhão de brinquedo”,


"Acredito que ele é inocente, que vai ter oportunidade de falar e se defender. Ele se considera um preso político. Fica revoltado.”

Já passou da hora de o STF tomar jeito





Marco Antonio Villa




O encerramento do mandato de Cezar Peluso à frente do Supremo Tribunal Federal pode significar uma mudança positiva no rumo daquela Corte? É difícil supor que subitamente o STF passe a agir de forma republicana, cumprindo suas funções constitucionais. O clima interno é de beligerância. A cerimônia de posse do presidente Ayres Britto sinalizou que o provincianismo continua em voga. Foi, no mínimo, constrangedora a presença de Daniela Mercury cantando (mal) o Hino Nacional. Mas pior, muito pior, foi o momento em que a cantora recitou um poema do presidente recém-empossado, já chamado de ministro pirilampo: "Não sou como camaleão que busca lençóis em plena luz do dia. Sou como pirilampo que, na mais densa noite, se anuncia." Mas como tudo o que é ruim pode piorar, o discurso de posse foi recheado de metáforas. Numa delas disse algo difícil de supor que seria pronunciado naquele recinto (e mais ainda por um presidente): "A silhueta da verdade só assenta em vestidos transparentes."


O clima circense (os mais otimistas dirão: descontraído) da posse é uma mostra de como as instituições republicanas estão desmoralizadas. Teremos uma curta presidência Ayres Britto. Logo o ministro vai se aposentar. Pouco antes, Cezar Peluso também vai seguir o mesmo caminho. A presidente Dilma Rousseff dificilmente vai nomear dois ministros para preencher as vagas. Assim, teremos um STF com 9 membros, paralisado, com milhares de processos para julgar. E, para dar mais emoção, tendo na presidência Joaquim Barbosa. Ah, teremos um segundo semestre inesquecível naquela Corte.


Peluso saiu da presidência atirando. Foi sincero. Demonstrou o que é: autoritário, provinciano, conservador, corporativista e com uma questionável formação jurídica. Fez Direito na Faculdade Católica de Santos. Depois teve na USP como orientador Alfredo Buzaid, ministro da Justiça do presidente Médici. Não viu nada de anormal. Devia comungar das ideias de Buzaid. Afinal, a tese foi feita quando ele era ministro do governo mais repressivo da ditadura. Com a redemocratização, Peluso buscou outras companhias. Acabou se aproximando dos chamados setores progressistas. O poder tinha se deslocado e ele, também.

Na entrevista ao site Consultor Jurídico, disse que organizava reuniões domésticas com os teólogos Leonardo Boff e Gustavo Gutierrez. Relatou que ficou impressionado quando Gutierrez alertou sobre a importância do ato de comer na Bíblia. Sim, leitor, o que chamou a atenção de Peluso, na Bíblia, foi a comida. Sem nenhum pudor, disse que uma carta do cardeal Dom Paulo Evaristo Arns foi determinante para sua escolha para o STF pelo ex-presidente Lula. Como se um assunto de Estado fosse da esfera da religião, esquecendo que a Constituição (e desde a primeira Carta republicana, a de 1891) separou a Igreja do Estado.


Atacou frontalmente a ministra Eliana Calmon, corregedora do CNJ. Afirmou que sua atuação estava pautada pela mídia e pelo desejo de fazer carreira política. E, mais, que não obteve nenhum resultado prático da sua ação. Fugiu à verdade. Se não fosse a corajosa atuação da corregedora, por exemplo, não ficaríamos sabendo dos fabulosos "ganhos eventuais" dos desembargadores paulistas (Peluso incluso - teria recebido 700 mil reais).

Peluso foi descortês com os colegas do STF. Na votação sobre as atribuições do CNJ, fez de tudo para ganhar a votação. Interrompeu votos, falou diversas vezes defendendo seu ponto de vista e mesmo assim perdeu. Imputou a derrota à ministra Rosa Weber, que teria dado o voto decisivo. Deixou no ar que ela votou sem ter conhecimento pleno do processo. Nos ataques aos colegas, não poupou o ministro Joaquim Barbosa. Insinuou que ele não gostava de trabalhar. Era inseguro. Que frequentava bares. E que não tinha nenhuma doença nas costas. O estereótipo sobre Barbosa é tão vil como aqueles produzidos logo após 13 de maio de 1888.

Apontei em três artigos no GLOBO alguns problemas do STF ("Um poder de costas para o país", "Triste Judiciário" e "Resta, leitor, rir"). O mau funcionamento daquela Corte não deve ser atribuído somente aos bate-bocas de botequim ou a alguma questão conjuntural. O STF padece de problemas estruturais. Deveria ser um tribunal constitucional, mas não é. Virou um tribunal de última instância. É lento, pesado. Tem de melhorar o desempenho administrativo. E o problema, certamente, não é a escassez de funcionários. São 3 mil. Os ministros tiram muitas licenças. Tudo é motivo para a suspensão dos trabalhos. E não é de hoje. A demora para a indicação de vagas abertas no tribunal também é um complicador.

Tudo indica que a questão central para o bom funcionamento do STF é a forma de como são designados os ministros. De acordo com a Constituição, a iniciativa é do Executivo. O nome é encaminhado, também segundo o rito constitucional, para o Senado. E lá deveria - deveria - ser sabatinado pelos senadores. São dois problemas. Um é a escolha presidencial. Não tem se mostrado o melhor método. Os nomes são questionáveis, as vinculações pessoais e partidárias são evidentes. E o selecionado geralmente está muito abaixo do que seria aceitável para uma Corte superior. Já a sabatina realizada pelos senadores não passa de uma farsa. A última, da ministra Rosa Weber, foi, no mínimo, constrangedora. A ministra mal conseguia articular uma frase com ponto final. Disse que estava muito nervosa. Foi dado um intervalo para café. No retorno, infelizmente para nós brasileiros, o desempenho da senhora Weber continuou o mesmo. Já passou da hora de o STF tomar jeito.

Quem Fiscaliza o Supremo Tribunal Federal?




O judiciário é um poder, tal como o legislativo e o executivo. Logo, deve ser submetido a controles tal como o são o legislativo e o executivo.

As denúncias do Ministro Joaquim Barbosa contra o Ministro Cesar Peluso devem ser investigadas. Então pergunto: quem fiscaliza o Supremo Tribunal Federal?

Atentem para o teor da denúncia: "
Dou exemplos: Peluso inúmeras vezes manipulou ou tentou manipular resultados de julgamentos, criando falsas questões processuais simplesmente para tumultuar e não proclamar o resultado que era contrário ao seu pensamento". Essa é uma acusação séria. Será que vai terminar em pizza?

Outro denúncia: "As pessoas racistas, em geral, fazem questão de esquecer esse detalhezinho do meu currículo. Insistem a todo momento na cor da minha pele. (...) Peluso não seria uma exceção, não é mesmo?"

Racismo é crime inafiançável. Estaria um ministro do STF acusando outro de racismo?

EXCLUSIVO! Os pés milionários de Adriana Ancelmo e sua turma





Anunciei que iria postar agora o vídeo de Cabral, Cavendish e sua turma no show do U – 2, em Paris. Mas vendo arquivo de fotos e vídeos uma imagem me chamou atenção e causou indignação, e que certamente vai provocar a mesma reação de quem ler o blog. Na foto abaixo, a esposa de Cabral e do secretário Sérgio Côrtes acompanhadas de mais duas amigas exibem os sapatos Christian Louboutin, que faz os modelos mais caros do mundo.

Adriana Ancelmo com as amigas exibe o seu sapato Christian Louboutin, num modelo de R$ 10 mil
Pra se ter uma idéia o modelo que Adriana Ancelmo calça custa R$ 10 mil. Isso mesmo. Como vocês poderão ver abaixo, num site de moda, a Primeira-Dama do Rio se dá ao luxo de usar o mesmo modelo de sapatos que Lady Gaga e Sarah Jessica Parker, do seriado Sex and the City e outras celebridades mundiais. Por isso talvez ela esteja tão eufórica e deslumbrada.

Eu e minha equipe estamos tentando contabilizar entre passagens de avião, hospedagem em hotéis de super luxo, jantares nos restaurantes mais caros do mundo, compras de sapatos e roupas das grifes mais famosas do mundo fashion, show do U – 2 em área nobre no Stade de France, além de outras coisas que já vimos e iremos mostrar posteriormente. Já chegamos à cifra aproximada de US$ 100 mil em uma única viagem dos casais Cabral, Cavendish, Côrtes e um ainda não identificado.
Isso mesmo. Gastaram US$ 100 mil. Um governador ganha pra isso ou a empreiteira Delta que paga?

Com a palavra o douto Ministério Público Estadual. Agora eu entendo porque fizeram tanta pressão para eu não entrar na CPI.
Logo mais, Cabral rege uma orquestra em homenagem a sua esposa no dia do aniversário. O show do U – 2 está tão sensacional que eu vou deixar pra vocês curtirem no feriado.
http://www.blogdogarotinho.com.br/lartigo.aspx?id=10746




FRASE



"Muitos valores vieram a parecer antiquados: falar a verdade, manter a palavra. Os bons parecem pertencer aos velhos bons tempos, embora sejam sempre queridos. Se é que ainda há alguns, são raros, e nunca são imitados. Que triste época essa, quando a virtude é rara e a maldade está no cotidiano. "

Jesuíta espanhol Baltasar Gracián, em "A Arte da Prudência". Detalhe: o livro foi escrito em 1647!

Para americanos e europeus é assim: Capitalismo para eles e Socialismo para nós. Tudo não passa de "Reserva de Mercado", mas por aqui tem trouxa que ainda acredita nesta estorinha pra boi dormir (e os piores são os ativistas que ganham para propagar tais ideologias).




Agricultores americanos exigem que Dilma vete Código Florestal.


Solicitado por vários leitores a voltar ao tema das ONGs, mostrarei a vinculação entre os “fazendeiros” americanos e a atuação de ONGs ambientalistas no Brasil. Trata-se de uma curiosa conjunção entre o agronegócio americano, ONGs ambientalistas (aqui, evidentemente), grandes empresas, governos e “movimentos sociais” no País.

A National Farmers Union (União Nacional dos Fazendeiros) e a Avoided Deforestation Partners (Parceiros pelo Desmatamento Evitado), dos EUA, encomendaram um estudo, assinado por Shari Friedman, da David Gardiner & Associates, publicado em 2010, para analisar a relação entre o desmatamento tropical e a competitividade americana na agricultura e na indústria da madeira. O seu título é altamente eloquente: Fazendas aqui, florestas lá.


O diagnóstico do estudo é que o desmatamento tropical na agricultura, pecuária e de florestas conduziu a uma “dramática expansão da produção de commodities que compete diretamente com os produtos americanos”. Ou seja, é a competitividade do agronegócio brasileiro que deve ser diminuída para tornar mais competitivos os produtos americanos. O estudo é tão detalhado que chega a mostrar quanto ganhariam os Estados americanos e o país como um todo. E calcula que o ganho americano seriade US$ 190 bilhões a US$ 270 bilhões entre 2012 e 2030.


As campanhas pela conservação das florestas tropicais e seu reflorestamento não seriam, nessa perspectiva, uma luta pela “humanidade”. Elas respondem a interesses que não têm nadade ambientalistas. Ao contrário, o estudo chega a afirmar que os compromissos ambientalistas nos EUA poderiam até ser flexibilizados segundo as regras atuais, que não preveem nenhum reflorestamentode florestas nativas, do tipo “reserva legal”, só existente em nosso país. Também denomina isso de “compensação”, que poderia ser enunciada da seguinte maneira: mais preservação lá (no Brasil), menos preservação aqui (nos EUA).

Cito: “Eliminando o desmatamento por volta de 2030, limitar-se-iam os ganhos da expansão agrícola e da indústria da madeira nos países tropicais, produzindo um campo mais favorável para os produtos americanos nomercado global das commodities.” Eles têm, pelo menos, o mérito da clareza, enquanto seus adeptos mascaram suas atividades.


Esse estudo reconhece o seu débito com a ONG Conservation International e com Barbara Bramble, da National Wildlife Federation, seção americana da WWF, igualmente presente em nosso país. A Conservation International é citada duas vezes na página de agradecimentos, suponho que não por suas divergências. Mas ela publica em seu site um artigo dizendo-se contrária ao estudo. A impressão que se tem é ade que se trata de um artifício retórico para se desresponsabilizar das repercussões negativas desse estudo em nosso país e, em particular, na Câmara dos Deputados. Logicamente falando, sua posição não se sustenta, pois ao refutar as conclusõesdo artigo não deixa de compartilhar suas premissas. A rigor, não segue o princípio de não-contradição, condição de todo pensamento racional.


Por que não defende a “reserva legal” nos EUA e na Europa, segundo os mesmos princípios defendidos aqui? Seria porque contrariaria os interesses dos fazendeiros e agroindustriaisde lá? Entre seus apoiadores se destacam Wall Mart, McDonald”s, Bank of America, Shell, Cargill, Kraft Foods Inc., Rio Tinto, Ford Motor Company, Volkswagen, WWF e Usaid. Os dados foram extraídosde seu site internacional.Barbara Bramble é consultora sênior da National Wildlife Federation, a WWF americana. Sua seção brasileira segue os mesmos princípios e modosde atuação, tendo o mesmo nome. Se fosse coerente, deveria lutar para que os 20% de “reserva legal”, a ser criada nos EUA e na Europa, fossem dedicados à wildlife, a “vida selvagem”. Entre seus apoiadores e financiadores (dados extraídosde sua prestação de contas de 2009), destacam-se o Banco HSBC, Amex, Ibope, Natura, Wall Mart, Conservation Internacional, Embaixada dos Países Baixos, Greenpeace eInstituto Socioambiental (ISA).


A lista não é exaustiva. Observe-se que a ONG Conservation International reaparece como parceira da WWF. Ora, essa mesma consultora é sócia-fundadora do ISA, ONG ambientalista e indigenista. A atuação dessa ONG nacional está centrada na luta dita pelo meio ambiente e pelos “povos da floresta”. Advoga claramente pela constituição de “nações indígenas” no Brasil, defendendo para elas uma clara autonomia, etapa preliminar de sua independência posterior, nos termos da Declaração dos Povos Indígenas da ONU. Ela, junto com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), possui o mais completo mapeamento dos povos indígenas do Brasil. Sua posição é evidentemente contrária à revisão do Código Florestal. Dentre seus apoiadores e financiadores, destacam-se a Icco (Organização Intereclesiástica de Cooperação para o Desenvolvimento), a NCA (Ajuda da Igreja da Noruega), as Embaixadas da Noruega, Britânica, da Finlândia, do Canadá, a União Europeia, a Funai, a Natura e a Fundação Ford (dados foram extraídos de seu site).


O ISA compartilha as mesmas posições do Cimi, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do MST. Ora, esses “movimentos sociais”, verdadeiras organizações políticas de esquerda radical, por sua vez, seguem os princípios da Teologia da Libertação, advogando pelo fim do agronegócio brasileiro e da economia de mercado, contra a construção de hidrelétricas e impondo severas restrições à mineração. Junto com as demais ONGs, lutam por uma substancial redução da soberanianacional. Dedico este artigo aos 13 deputados, de diferentes partidos, e às suas equipes de assessores que tão dignamente souberam defender os interesses do Brasil, algo nada fácil nos dias de hoje.

http://coturnonoturno.blogspot.com.br/

sábado, 28 de abril de 2012

JAIR BOLSONARO-MARAVILHOSO DEPOIMENTO



Presidente, Sras. e Srs. Deputados, a imprensa publicou, há 2 dias, fotografias da Presidenta argentina, Cristina Kirchner, em que levantava uma placa onde estava escrito Islas Malvinas, ou seja, ela, com a cara de coitada, reclamando as Malvinas para si.
Quero dizer à Sra. Kirchner o seguinte: vocês estão pagando o que o seu governo e o que o seu ex-marido, falecido, fizeram. Eles
esculhambaram as Forças Armadas. Eles desacreditaram as Forças Armadas
do seu país. Eles prenderam militares em seu país. Vocês argentinos e você, Cristina Kirchner, têm que agradecer ao ditador, como assim chamam o Presidente João Figueiredo, porque interferiu, junto a Ronald
Reagan, para que os ingleses não levassem a Guerra das Malvinas para o continente argentino, evitando um mal maior para o seu povo.



 Graças a Figueiredo, isso deixou de acontecer. Volto os olhos para o Brasil agora. Este Congresso votou a Comissão da
Verdade sem que a maioria soubesse o que é a Comissão da Verdade.
Todos os dias estamos nas páginas dos jornais. Estamos desacreditados pela mídia, com depoimentos mentirosos de Parlamentares da Comissão de Direitos Humanos desta Casa. Mesmo assim, os militares continuam na frente nas pesquisas internas. Por quê? Porque o povo sabe que é mentira aquilo de que nos acusam.


Algumas verdades agora: só no mês de março, 38 capitães e tenentes de
carreira pediram demissão das Forças Armadas. Se a média for mantida,
será um efetivo maior que a soma do que é formado, por ano, na Academia da Força Aérea ou na Escola Naval. Por que estão indo embora? Porque a Presidenta não honra seus compromissos. Inclusive há uma
carta dela aos comandantes militares, por ocasião das eleições de 2010, dizendo que iria recuperar o poder de compra dos militares. Não fez nada em 2011, e nada está previsto também para o corrente ano.


É uma presidenta que não tem palavra, e fala em Comissão da Verdade!Escola de Sargentos das Armas, em Três Corações, concurso para este ano: eles chamam o efetivo previsto para matricular e mais 80% de majoração, tendo em vista as desistências. Saibam V.Exas. que, mesmo
com 180% do previsto, não completou o preenchimento do número mínimo
de vagas, e o mesmo aconteceu na Escola Preparatória de Cadetes, em Campinas.
Isso é reflexo do quê? Da má remuneração e da campanha dedesmoralização das Forças Armadas. E este Congresso está de costas, no tocante a isso.



Sr. Presidente, este Congresso tem que tomar providências. Se deixar
nas mãos desses facínoras, de quem quer destruir as Forças Armadas, como Cristina Kirchner fez, o Governo está no caminho certo. Agora, haverá o dia, infelizmente, em que nós precisaremos das Forças Armadas
para a garantia da lei, da ordem e da Constituição, como foi feito em
1964.
A resposta está nas mãos dos senhores.










SOCORROOOOOOOOOO




GERALDO ALMENDRA


Divulgada na Internet uma suposta ordem do STF para que a Polícia Federal lhe entregasse toda a documentação das operações Monte Carlo (Demóstenes vrs Cachoeira) e Las Vegas (Cachoeira vrs Cúpula do Judiciário). A mesma fonte denuncia que nos bastidores do Covil de Bandidos – poder público – corre a informação do envolvimento, em maior ou menor grau, de nove ministros do STJ e quatro do STF com esses escândalos de corrupção. O fato de supostamente e inexplicavelmente o STF ter ordenado que não ficasse nenhuma cópia de qualquer documento de posse da Polícia Federal (me engana que eu gosto) agrava e muito que as denúncias possam ter embasamento real.



Esse cenário institucional – embasamento real – poderá definir a falência definitiva do Poder Judiciário no país. Diante dessa suposição, se comprovada totalmente ou parcialmente verdadeira, qual será a reação da sociedade? Qual será a reação das Forças Armadas diante da suposta falência do Poder Judiciário? Qual será a reação da banda boa do Poder Judiciário e da Polícia Federal, absolutamente desqualificada por essa ordem do STF que é totalmente ilegal e denuncia um hediondo abuso de poder porque não foi submetida previamente ao seu plenário para ser votada?



Estamos diante – se comprovado – de um gravíssimo cenário de desordem institucional que poderá ter três consequências prováveis: – Um abafa geral o que significaria a formalização pública do Regime Fascista Civil com o aval das Forças Armadas e a desqualificação formal do Poder Judiciário como defensor da ordem legal no país, ficando ainda absolutamente comprovada que o termo Covil de Bandidos é a única qualificação possível para o poder público; – Uma dura reação nascida no próprio poder público para promover a destituição desse Regime Fascista Civil disfarçado, com o apoio da sociedade, da Polícia Federal e das Polícias Civil, Militar e com total de oficiais das Forças Armadas – não vendidos ao poder executivo – e a convocação de novas eleições gerais; – Uma reação social – podendo descambar para uma guerra civil com a convocação das milícias petistas pela presidente para saírem às ruas – em larga escala com o apoio de instituições civis e das Forças Armadas, impondo através de uma junta civil-militar a destituição do desgoverno petista e a destituição do Congresso Nacional, com a prisão de todos os envolvidos e o consequente cancelamento de qualquer foro privilegiado,


 – Será que a Sra. Hillary Clinton está acompanhando pela mídia a comprovação do teor da sua absurda idiotice ao declarar em entrevista coletiva que o governo brasileiro estaria dando um exemplo para o mundo sobre o combate à corrupção? – Será que as malas e os passaportes italianos já estão prontos para partir levando de lembrança o crucifixo do gabinete presidencial?


Geraldo Almendra

PATRULHA VIRTUAL DA PETRALHADA VADIA....



Rodrigo Constantino

Atentai para o nível dos petralhas virtuais! Eu recebo uma média de 10 mensagens (spam) por dia desses canalhas que "trabalham" no bunker do PT na tentativa de jogar fumaça no julgamento do mensalão. Atacam a grande imprensa com a fúria de um stalinista. Sempre respondo a mesma coisa: A "profissão" mais degradante do mundo é petralha virtual. De vez em quando, do outro lado, não é que respondem? Segue uma dessas respostas, de um tal de Indira Demeterco (indirademe@gmail.com), para vocês terem uma noção do nível dessa gente (peço desculpas pelos termos chulos que eu normalmente não usaria aqui) e do que eles pretendem fazer com o Brasil:

"É você é o quê? Um privilegiado, herdeiro dos donatários das capítanias hereditárias? Um membro da elite que suga o trabalho do povo? Um classe média preconceituoso e babaca, que se acha o mais ético do mundo, mas fura o sinal, não respeita faixa de pedestre e corrompe guardas e outros servidores públicos se puder? Me engana, que eu gosto. Quais os valores que você ensina para seus filhos? Você diz pra eles que é legal e bonito mudar as regras do jogo com o jogo em andamento, como fez FHC ao aprovar a emenda da reeleição em proveito próprio? Você ensina para seus filhos, que é bonito comprar votos para aprovar uma emenda (a da reeleição) para continuar mais um tempo no poder? Você ensina para seus filhos que o Brasil sempre foi uma nação decente, justa e sem corrupção até 2002? Que a corrupção começou no país em 2002, com a chegada do PT ao poder? Ora, vai se foder seu FDP,direitista corrupto, preconceituoso, desonesto, falso, hipócrita. Se prepara, que o PT veio para mudar o país e acabar com parasitas como você. Ouça povo nas ruas e veja se ele está satisfeito ou não. Trouxa, babaca."

Pois é. Eis aí um típico petralha virtual. Te manda spam e depois liga a metralhadora giratória de ofensas, provavelmente diante de um espelho, como tio Lênin ensinou. É triste um país que tem gente dessa laia recebendo verba do GOVERNO para espalhar mentiras e ódio autoritário pelas redes sociais e emails. Ou o Brasil se livra da corja petista, ou esta corja acaba de vez com o Brasil.
VÍDEO SOBRE OS PETRALHAS VIRTUAIS
ASSISTAM..LEMBRE-SE DE QUE ESTE TIPO DE "GENTINHA" RECEBE DINHEIRO PÚBLICO PARA DEFENDER ESTE GOVERNO


REAJA!http://www.youtube.com/watch?v=CSxfIjfwE94






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Orwell tinha razão


 


SOBRE AS COTAS RACIAIS
Artigo 5º da Constituição Federal


Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade

OU

TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, MAS ALGUNS SÃO MAIS IGUAIS QUE OUTROS

( A Revoluçao dos bichos- George Orwell)


A verdade e a liberdade precisam ser protegidas






Com mais de 30 jornalistas mortos em todo o mundo a cada ano e centenas mais ameaçados, atacados e assediados, o Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) lançou o Guia para a Segurança de Jornalistas, destinado a ajudar jornalistas a informar com segurança em um ambiente de imprensa cada vez mais hostil. Graças a tráfico de drogas, crime organizado, políticos corruptos, manifestantes políticos e até mesmo desastres naturais, "jornalistas de todo o mundo precisam se cuidar e cuidar uns dos outros mais do que nunca", de acordo com o novo guia.

"Em um mundo onde um repórter, fotógrafo, editor, blogueiro, comentarista, ou produtor é morto semanalmente - na maioria dos casos, assassinado - é claro que a segurança deve se tornar uma função central da prática jornalística", disse Frank Smyt...


Sucateamento das Forças Armadas é denunciado na Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra





Carlos Newton

Incisivo, verdadeiro e emocionante – assim pode ser resumido o extraordinário discurso do jurista Waldemar Zveiter, quinta-feira, em reunião da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg), em que fez importantes denúncia, especialmente no tocante ao sucateamento das Forças Armadas.

O primeiro pronunciamento foi do presidente da Adesg, Pedro Luiz Berwanger, que falou sobre a importância da ação da Maçonaria brasileira em defesa da soberania sobre a Amazônia, hoje ameaçada pela Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos das Nações Indígenas. Berwanger alertou que esse Tratado da ONU, assinado pelo governo brasileiro em 2007, determina a independência política, administrativa e social das 206 etnias indígenas existentes no país, cujas reservas podem se transformar em países autônomos, se o Brasil realmente seguir os termos do acordo internacional.
Falando em seguida, Waldemar Zveiter, que é Grã-Mestre da Maçonaria no Rio, atacou duramente o governo federal, mas sempre se referindo ao “presidente Lula”, sem mencionar em momento algum sua sucessora Dilma Rousseff, como se Lula ainda estivesse no poder, o que não deixa de ser vedade. O jurista começou criticando o governo federal por ter enviado em 2005 ao Congresso o projeto 4.779/05, que permitiria a alienação de parte da Amazônia a empresas privados. A proposta foi encaminhada em regime de “urgência constitucional”, que dava à Câmara e ao Senado apenas 45 dias cada um para debatere e aprovar a inovação.

Zveiter disse que naquela ocasião escreveu e publicou o livro “A Maçonaria pela Integridade da Amazônia em defesa da Soberania do Brasil”, que foi distribuído a todos or parlamentares e contribuiu para a rejeição do projeto de Lula.
Em seguida, o ex-ministro do Superior Tribunal de Justiça retomou a linha do discurso de Berwanger e chamou atenção para as ameaças à soberania brasileira na Amazônia. Lamentou então o progressivo sucateamento das Forças Armadas e os baixos salários dos militares, dizendo que hoje a remuneração de um general de cinco estrelas é inferior ao vencimento de um juiz iniciante, fato que considera injusto e até inconcebível.

Passou a analisar a situação dos equipamentos de cada uma das Armas, mostrando que Exército, Marinha e Aeronáutica não têm a menor condição de defender os interesses e a soberania do país. “A maior parte dos equipamentos está obsoleta. A Marinha só tem um porta-avisões, comprado de terceira mão, que nem sai ao mar”, lembrou, assinalando que os outros navios da Armada foram fabricados na época da Segunda Guerra Mundial.

Foi um discurso longo, que a platéia ouviu em impressionante silêncio, no salão do Clube da Aeronáutica. Sempre de improviso, Zveiter mostrou ser um experimentado orador e foi emendando uma denúncia à outra. Citou também a situação crítica do Exército, especialmente nas áreas de fronteira, sem condições de defender os interesses nacionais na Amazônia.
Depois demorou-se a apontar o sucateamento da Aeronáutica, que tem cada vez menos aeronaves em condições de voar. Indagou então pelos novos caças, que ninguém sabe quando realmente serão comprados, e perguntou até quando os Mirage poderão continuar em serviço. “E quantos Mirage existem. Oito, cinco?” – ironizou

Ao final, criticou também a discussão do Código Florestal no Congresso sem que tivessem sido ouvidas as Forças Armadas nas questões relativas à Amazônia. Disse que isso mostra que os governantes brasileiros, além da permitirem a progressiva obsolescência dos equipamentos, também desprezam a valiosa opinião dos militares.

Ao encerrar o pronunciamento, Zveiter foi ovacionado, com todos os participantes da sessão se levantando para aplaudi-lo demoradamente.

Se algum parlamentar subisse à tribuna do Congresso para fazer um discurso nesses termos, certamente também seria ovacionado, mas cadê coragem?
Be Sociable, Share!


FRASE



NA NOSSA POLÍTICA SÓ O DINHEIRO MANDA. COMO SÓ O GOVERNO TEM DINHEIRO, SÓ EXISTE GOVERNO. Ou, a oposição, então, que fale baixo e não atrapalhe os negócios. (P. PUGGINA)

"EDUCASSÃO" TUPINIQUIM -ESTE É O POVO QUE VOTA NOS PETRALHAS




ASSISTAM E "COREM" DE VERGONHA





E tem gente que acha bonito!!!!




http://www.youtube.com/embed/ssEhLSAO16k

NÃO SOU MILITAR MAS NESSA CANOA ACABEI DE EMBARCAR. QUEM SABE NÃO CONSEGUIMOS FAZER AQUELA FAXINA TÃO SONHADA PELAS CRIATURAS DE BEM DESTE PAÍS?



SEM A IMPRESSÃO DO VOTO, PARA GARANTIR A LISURA DO PLEITO, A ESCULHAMBAÇÃO CONTINUARÁ CADA VEZ PIOR!

Assunto: CRIADO O PMB - PARTIDO MILITAR BRASILEIRO




Novo partido criado no pais.



"SE OS BONS NÃO DEFENDEM O SEU TERRITÓRIO, OS MAUS FAZEM JUSTA A VITÓRIA DA INJUSTIÇA"

PENSEM NISTO, POR FAVOR!!!




É como muita satisfação e orgulho que comunicamos nossa conquista após anos de luta, na data de hoje o Partido Militar Brasileiro foi reconhecido como pessoa jurídica junto a Receita Federal, oficializado pelo CNPJ nº 15.274.758/0001-95, restando agora somente o recolhimento das Fichas de Apoiamento para que possamos finalmente ser reconhecido pelo TSE e ter direito ao espaço publicitário eleitoral e ao repasse do fundo partidário.

O Partido Militar Brasileiro-PMB, é um partido que preza pela democracia e é formado por civis e militares sem distinção, posicionando-se como de centro-direita, tem um foco especial na área da segurança publica e soberania Nacional, e tem como princípios a ética, a honestidade, o patriotismo, a lealdade, a disciplina, a transparência, a igualdade, o rigor e seriedade no controle dos gastos públicos e contra a corrupção.
Nosso objetivo imediato é lançar candidatos para todos os cargos e em todos os Estados em 2014, ou seja, Vereador, Prefeito, Deputados Estadual e Federal, Senador, Governador e principalmente Presidente da Republica, lembrando que pelo nosso Estatuto obrigatoriamente nossos candidatos deverão encabeçar qualquer coligação partidária.

Convidamos a todos que se identificam e comungam com nossos princípios e ideais para que se juntem a nós, conheça nosso partido através de nosso site, assinem e ajudem na coleta das assinaturas nas Fichas de Apoiamento, a data de hoje sem duvida já é um momento histórico e merece comemoração, já está na hora de darmos um basta a toda podridão que permeia o meio politico. Vamos invadir e moralizar o Congresso Nacional – pela via democrática!

Até então era apartidário, mas vejo q a única saída para nós militares é a criaçãode um partido, os comunistas ñ criaram 2 partidos? Hj, 8 de abril 2012, fazendo uma pesquisa na net descobri q tinham criado este Partido q ouvi falar a um tempo atrás, durante o panelaço das mulheres de militares em Brasília, encabeçada pela Ivone, se ñ me engano de sobrenome Luzardo..

Espero q os companheiros divulguem esta oportunidade q temos hoje, pois com 1 deputado pederal, Bolsonaro, fica praticamente impossível conseguir alguma coisa, uma andorinha ñ faz chuva, espero q o Bolsonaro engrosse este partido e q Deus abençoe este partido e ñ fuja do seu ideal para qual foi criado.

Se ñ for ajudar favor ñ atrapalhe! Pois no momento o partido já esta enfrentando muitas oposições, os hachers combatem o site e certo também q os PTtralhas já estão preocupados e agindo contra.

Paulo Renaud

COMUNISTAS BURGUESES


Rodrigo Constantino



Assisti ontem o filme "Assalto ao Banco Central", de Marcos Paulo e produzido pela Total Entertainment. Recomendo. O filme é bem feito, o elenco é de primeira, e fico feliz de ver que o Brasil tem produzido filmes melhores, com padrão internacional e voltado para o gosto dos consumidores.


Mas eis o que eu queria destacar aqui: o personagem de Tonico Pereira, o "Mendonça" da Grande Família. Um comunista revolucionário de carteirinha, o Doutor é um engenheiro fracassado que vive bêbado no trabalho, e que aceita participar da trama por motivos ideológicos, citando Lênin: O que é assaltar um banco quando comparado ao ato de fundar um banco?

Durante suas conversas com o resto do bando, o Doutor deixa claro que sua fatia milionária seria distribuída em prol da causa social. Qual não é a "surpresa" quando, nas cenas finais, ele aparece em Paris, com terno e gravata, degustando um vinho caro como um perfeito burguês?

Nota dez pelo realismo da coisa, pois todos que leram George Orwell sabem que os porcos comunistas almejam o poder apenas para usurpá-lo e desfrutar do luxo capitalista feito parasitas oportunistas. Não foi assim com a chegada da ala comunista do PT no poder?

PRESENTINHO---INTERVALO CULTURAL E DE BELEZA




Veja que coisa linda este comercial da Cartier.


Muito interessante e merecida a homenagem feita a Santos Dumont, a quem também creditam a invenção do relógio de pulso

Pelo que consta ele foi amigo í­ntimo de Cartier, não sei se do fundador ou do filho.


Foi a forma mais prática que achou para poder controlar o tempo dos seus voos, pois, suas duas mãos sempre ficavam ocupadas. A solução foi inventar o relógio de pulso
que até então era de corrente, por ser amigo de Cartier cedeu o invento e ele lançou o
primeiro relógio de pulso.


Há inclusive um modelo chamado Santos Dumont.

Os melhores comerciais são aqueles em que não é preciso haver texto de áudio para explicar o produto ou o conceito que se quer passar para o consumidor.


Neste caso, a Cartier abusou.

Criou um filme de riquíssima produção, com cenas requintadas, com banda sonora de muito bom gosto, com o roteiro iniciando-se em outro século e chegando até os nossos dias, com uma única palavra sendo dita:


"Cartier."


Assista e perceba a riqueza e o esmero da criação deste comercial:
http://www.odyssee.cartier.us/#/film


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ASSISTAM - NINGUÉM AGUENTA MAIS TANTA CORRUPÇÃO


Ninguém aguenta mais!!!

CADEIA!!! Não são políticos. SÃO BANDIDOS!



http://www.youtube.com/watch?v=DB96xpI-QsU


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APAVORADOS COM PIORA DO ESTADO DE SAÚDE DE CHÁVEZ, SEUS PARTIDÁRIOS JÁ PENSAM ATÉ EM SUSPENDER ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DE OUTUBRO



Enquanto Chávez viaja, o candidato da oposição, Henrique Capriles, continua em campanha. No entanto, institutos de pesquisa apontam uma ampla vantagem do atual presidente sobre o candidato desafiante. De acordo com o jornalista venezuelano Nelson Bocaranda, uma reunião interna do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) já analisa três diferentes cenários para as eleições presidenciais, marcadas para outubro: em um deles, Chávez continuaria como candidato. Em outro, o atual presidente não participaria do pleito, em função do estado avançado de seu câncer; e, no último quadro estudado, as votações poderiam ser suspensas.A TV estatal não transmitiu ao vivo a chegada do presidente, por volta de 0h50m desta quinta-feira. No entanto, Chávez já havia falado à emissora por telefone na segunda-feira, depois de nove dias de silêncio —e de muitos rumores sobre seu estado e especulações, inclusive sobre sua morte. Na terça-feira, para desmentir os comentários, o presidente venezuelano apareceu ao lado dos ministros, de seu irmão Adán, e de seus netos, jogando bocha.Chávez foi a Cuba no último dia 14 para fazer mais sessões de radioterapia, que começaram no fim de março depois que uma operação, realizada em fevereiro, retirou um segundo tumor de sua região pélvica — o primeiro foi extirpado em junho do ano passado. No começo da esta semana, ele chegou a declarar que ainda voltaria à Havana para passar por outros tratamentos. Leia MAIS

CARTA AO AECIO NEVES



Ney Carvalho, Folha de SP



Prezado senador Aécio,

Foi com prazer que li o seu artigo "Coragem", publicado nesta Folha no dia 23 de abril. Ele traz merecidos elogios à privatização das telecomunicações no governo FHC.

Percebo que o senhor, assim como os seus colegas tucanos, animou-se ao ver os adversários petistas aderirem a métodos de gestão que antes combatiam.
Entretanto, o senhor e os outros tucanos devem à opinião pública uma descida do largo muro ideológico em que se abrigam. Vocês são, afinal, a favor de maior privatização na economia brasileira ou não? Se as "restrições ideológicas à privatização são, hoje, página virada na história do país", por que os governadores tucanos resistem em privatizar as empresas estatais de Minas Gerais, São Paulo e Paraná?
Veja que coincidência: seus companheiros Antônio Anastasia, Geraldo Alckmin e Beto Richa controlam as maiores companhias estatais estaduais de capital aberto do país.

Minas tem a Cemig (energia elétrica) e a Copasa (saneamento), duas megacompanhias. Alckmin comanda as análogas Cesp e a Sabesp, ambas com patrimônio líquido de cerca de R$ 10 bilhões. Nos mesmos setores, Richa tem a Copel e a Sanepar.

Essas seis empresas são negócios maduros, consolidados, adultos, que não mais demandam a proteção de ventre, os cuidados maternos.

Onde está "a coragem para fazer o que precisa ser feito", alegada pelo senhor no seu texto?
Tais empresas já têm ações negociadas em Bolsa. Mas existem profundas incompatibilidades na existência de companhias ao mesmo tempo estatais e com capital aberto.
Empresas privadas têm como objetivo maximizar os lucros de seus acionistas. O alvo maior de companhias públicas é exercer metas governamentais. Isso cria incongruências. Há exemplos bem atuais disso.

A Petrobras é um. Importa derivados a preços mais caros do que os revende no país. Outro exemplo: bancos públicos usados para forçar a baixa dos "spreads". Essas atitudes obedecem a políticas de governo, não ao interesse dos acionistas.
Mas não se preocupe, senador. O saneamento dos lares não ficaria à mercê de ganhos exagerados. Uma sólida regulação cuidaria do tema.

Não esqueça também que a busca do lucro e a competição são as molas da eficiência, como se verifica no setor de telecomunicações, tão bem enfatizada pelo senhor.

Senador, está mais do que na hora de o PSDB oferecer ao Brasil um segundo salto de modernização da economia, tanto quanto fez com as privatizações dos anos 1990.
E veja o senhor que, naquela época, por causa da fraqueza do mercado de ações brasileiro, não foi possível dispersar o capital das empresas privatizadas. O mesmo não se pode dizer dos dias de hoje. A Bolsa está pujante como, o senhor me perdoe a citação, "nunca antes na história deste país".
Os sucessos alcançados nos 1990 com a siderurgia, os bancos estaduais, a Vale e as telecomunicações podem ser multiplicados, alterando visceralmente a feição do saneamento básico no país pela criação de megaempresas nacionais de capital aberto, competitivas e não monopolistas.

Basta que o senhor e os seus colegas governadores do PSDB transformem as poderosas estatais que comandam em autênticas "corporations", vendendo-as ao público investidor. O controle pode ser difuso, como é o da Embraer.

CARTA DE LEITOR DO REINALDO AZEVEDO






Recebo do leitor e conselheiro deste blog Gonçalo Osório o seguinte comentário sobre a sessão de ontem do Supremo, que decidiu pela constitucionalidade do regime de cotas:


Rei,
de fato, e gostaria de deixar toda minha solidariedade e simpatia aqui registradas a você, prefiro também dormir tranquilo com a minha consciência a ceder à unanimidade. O aspecto crítico mais relevante que você e outros têm assinalado no comportamento do STF é ceder ao grito das ruas. Não quero entrar neste momento na relação entre saber jurídico e grito das ruas. É óbvio que o “Zeitgeist” tem, sim, um peso grande no que qualquer suprema corte decide. Elas não são (e seria o fim se assim o fossem) instituições de pedra imutáveis. Mas estamos abordando uma questão de escala. Não concordo com a decisão do Supremo. Assim como achei uma barbaridade a decisão sobre Roraima (demarcação de terras indígenas). Você e eu, Rei, temos diferenças em relação a outras decisões do STF, mas não é disso que queria tratar aqui. O que me interessa é deixar fixado o fato de que é melhor dormir tranquilo com a própria consciência a ceder a qualquer maioria. Acho que é essencial prá nossa própria sobrevivência - estou falando da sua e da minha especificamente. São completamente imbecis os que encaram uma votação do STF como “perdeu ou ganhou”. As instituições brasileiras estão aos frangalhos, e o STF não é exceção. A imprensa, porém - refiro-me à instituição da imprensa -, deteriorou-se ainda mais. Era isso. Um desabafo.
abração



Por Reinaldo Azevedo

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Cade os politicos de oposição?

Por acaso você:

É a favor da ordem e contra a violência como instrumento da política?
 
Quer um Código Penal severo e que as penas sejam cumpridas?
 
Deseja reduzir a maioridade penal?
 
Defende o direito de propriedade e rejeita invasões?
 
É contra a proibição à posse de armas de defesa?
 
É contra o aborto?
 
Reconhece o valor da instituição familiar e da religião?
 
Rejeita tipos como Fidel, Chávez e Morales?
 
Quer que seja preservada a vida privada e não admite marcos regulatórios para a mídia?



Então você recusa a agenda do governo e, portanto, é oposição, como provavelmente o são a maioria dos brasileiros. Mas aonde se meteram os políticos de oposição?

Na verdade, depois de, espertamente, assumir o programa econômico do governo anterior, o governo eleito foi ao mercado e comprou quase toda a esquerda, quase todo o centro e quase toda a direita. Só não está no governo quem não quer. E isso bastou para aniquilar toda a oposição.

Nem durante os governos militares a oposição foi tão reservada. Ao contrário do que os atuais comissários da história querem fazer crer, aquela atividade oposicionista, comparada com a atual, era estrepitosa. Havia interesse e espaço nos meios de comunicação suficientes para que se afirmassem lideranças. Embora a época fosse menos midiática, todos conheciam Tancredo, Brossard, Ulysses, Simon, Montoro, Covas, Teotônio, bem como os cassados - Brizola, Arraes, Juscelino, Lacerda. Eram tratados assim. Um nome só bastava, tal a intimidade. Sabia-se o que pensavam e faziam.


Desde 1985 temos isto que agora alcança seu orgasmo: o presidencialismo de coalizão, com longo arco de abrangência e grande capacidade financeira de atrair interesses. Entenda-se: o grupo hegemônico é a fonte do poder, dos privilégios, dos cargos e contratos, e dos maiores favores que se possa conceber. É um poder do qual poucos admitem ficar longe, mormente os bandidos. Nada que não se explique pelo mais elementar conhecimento da natureza humana. (Sobre artigo de Percival Puggina.)


E agora, o que fazer? Mais largados que dicionário na casa do Lula, o que nos resta?


Implora-se por sugestões.



 
 
 
Diante das fotos da "festinha" contando com a participação do governado Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, e o dono da Construtora Delta, Fernando Cavendish, fartamente divulgadas pela mídia, fica evidente que "a casa caiu".


Afinal, partindo-se do princípio que essas fotos, embora absolutamente promíscuas, registram momentos públicos, fico imaginando tudo o que acontece nos bastidores deste país podre e que jamais sairá na mídia


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“ NÃO PRECISAMOS DE NOVA DITADURA”




Todos os dias recebo e-mails e face-book de amigos e outras pessoas que em vista de tudo que tem acontecido neste desgoverno de dez anos, fazendo comparações entre o governo militar e o atual governo civil. Alguns até chegam a dizer que éramos felizes e não sabia-mos.
Mostram as obras de vulto que os militares fizeram, como eram as escolas públicas, hospitais públicos e segurança pública. Tudo muito superior do que existe nos dias atuais. Sabem porque? Porque havia mais respeito com seu semelhante e muito menos corrupção. Dos presidentes militares que governaram o Brasil, quem sabe informar-me se algum deles morreu rico?

Escolheram cinco senadores para ser o relator do processo do senador Demóstenes, nenhum dos cinco aceitaram e se recusaram. Isto só tem três motivos, protecionismo, corporativismo ou conivência.

Todos os dias estouram noticias de desperdício de dinheiro público, a mais recente foi do ministério da pesca com várias lanchas novas apodrecendo sem ninguém fazer nada.

Tenho um amigo que vi nascer, tem aproximadamente cinqüenta anos e é tenente coronel, veio passar a páscoa com a família no Rio de Janeiro, e aproveitou para fazer-me uma visita.

Havia mais de dez anos que não nos víamos, neste período ele percorreu vários estados do Brasil, servindo em vários quartéis. Passamos uma tarde inteira, relembrando coisas do passado e acabamos falando de política. Então eu perguntei a ele, se teria notado o quanto o povo tem reclamado nos correios eletrônicos sobre este desgoverno, e o quanto fala bem hoje dos militares. Ele respondeu-me, que os militares também estão atentos a tudo, mas só fariam alguma coisa se o povo fosse para as ruas pedir.

Gente, nosso povo está muito indeciso quanto o que fazer com seu voto. Não sabe se anula, ou se não vota em ninguém do PT e seus coligados.
Necessariamente, não precisamos ir para uma ditadura para termos um militar durão, honesto, com princípios fundamentais de educação e civismo na presidência da república.

Quem é que falou que não podemos ter um presidente militar? Se o povo assim o desejar e notar que todos os candidatos civis a presidência do Brasil não são confiáveis, poderá exigir um candidato das forças armadas.

Singapura era uma bagunça pior do que a nossa, foi passada a limpo, e hoje é tolerância zero com seu governo parlamentarista. Lá não existe mais corruptos e nem assassinos iguais no Brasil. Portanto gente para termos um presidente com princípios morais elevados, basta querer-mos e exigir.

Porque é que podemos ter um torneiro mecânico semi analfabeto na presidência do Brasil e não um general?
Em 1946 tivemos um general mato grossence na presidência da república, que nós os mais antigos nos lembramos, chamava-se: Eurico Gaspar Dutra, e governou o Brasil de 1946 a 1951.

Tivemos também um candidato mineiro a presidência em 1960, o general Henrique Batista Duffles Teixeira Lott, que foi quem garantiu a posse de Juscelino Kubitschek.

Se o general Teixeira Lott, tivesse ganhado as eleições em 1960 e não o covarde do Jânio Quadros, com certeza não teríamos passado por aquela ditadura, e consequentemente quem sabe não teríamos também a cachorrada que temos hoje no poder.

Alguma coisa terá que ser feita, o que não podemos é deixar eles ficarem passando o poder de um para o outro e o povo sem poder fazer nada.



“QUEM MUITO SE PRENDE AO POUCO QUE FAZ, NUNCA ENCONTRA O MUITO QUE SONHA”


Abraço a todos: Antônio Carlos ( ASAPREV-RJ )

“ERA SÓ O QUE FALTAVA”



Mais uma vez concordo com o velho refrão: CADA POVO TEM O GOVERNO QUE MERECE.

Ninguém sofreu mais no governo de LULA, do que aposentados e professores. Agora a UFRJ, sapeca um título de doutor honoris causa em cima de LULA?
Os portugueses já deram um título desses para ele, mas Portugal é um país de políticos tão inteligentes, que está falido, então como em terra de cego quem tem um olho é caolho, LULA em Portugal andava em cima de tapete vermelho.

Isto é um incentivo ao analfabetismo, e a corrupção. Um homem que entrou pobre na presidência e em oito anos saiu rico? O que fez LULA em dez anos de governo para ganhar este título? Qual o nome do livro que LULA escreveu e em que livraria está vendendo para merecer este título?
Que título então a UFRJ, daria a Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e outros estadistas de igual teor? O que deve estar pensando Rui Barbosa?

Não consigo entender, como teve 34 votos a favor e somente 05 contra? É uma total inversão de valores gente? A professora Eleonora Ziller, da faculdade de letras, argumentou que nossa tradição só valoriza bacharel. E agora professora? A partir de agora vamos passar a valorizar semi analfabetos e corruptos?

Quero aqui, parabenizar os 05 professores que votaram contra esta vergonha, e contra esta cambada de puxa sacos que na verdade, não expressa o pensamento desta classe tão maravilhosa e sofrida como a nossa de aposentados e pensionistas do Brasil.



Antônio Carlos ( ASAPREV-RJ )


SEM LEGENDA


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quinta-feira, 26 de abril de 2012

ALERTA! PL 2126-11 -A CENSURA VÉM AÍ....



PL 2126/2011 (Após abrir o link abaixo, clique na opção "Inteiro teor" para ver a íntegra da lei) (ATENÇÃO: O PL DO MARCO CIVIL NÃO É O PL AZEREDO)http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=517255



SOPA brasileiro pode ser aprovado em breve pela Câmara dos DeputadosProjeto sofreu várias modificações que excluem pontos polêmicos e mudam seu foco para a segurança nacional e militar do Brasil.
Por Felipe Gugelmin em 29 de Março de 2012
A Câmara dos Deputados pode estar breve de chegar a um acordo para a votação em plenário do projeto de lei 84/99, a famosa PL Azeredo (também conhecido como o SOPA brasileiro). O texto, que trata de crimes cometidos através de meios virtuais, pode ter seu destino final decidido ainda esta semana.


Para que a votação seja possível, um novo relatório deve ser apresentado à Comissão de Ciência e Tecnologia, no qual o projeto teria vários de seus artigos removidos ou modificados. Entre eles estão alguns pontos polêmicos da proposta, que há 12 anos aguarda por uma decisão — as mudanças incluem o redirecionamento de seu foco, que passa a ser violações envolvendo a segurança nacional e militar do país.

Marco Civil da internet
A Câmara dos Deputados instalou na última quarta-feira (28 de março) uma comissão especial que vai analisar a proposta que cria o Marco Civil da internet brasileira (PL 2126/11). O texto pretende estipular os direitos e deveres dos consumidores e dos provedores de internet do país.

O objetivo não é tratar diretamente de crimes acontecidos no meio virtual, mas sim estipular princípios básicos que devem ser seguidos nesse ambiente. A aprovação de um projeto do tipo é importante para melhorar a atuação do sistema Judiciário que, por falta de legislações específicas, tem tomado decisões que se mostram conflituosas.

Audiências públicas devem acontecer em Brasília e em estados como São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul e Rio de janeiro, para que a sociedade civil possa opinar sobre o texto. O relator do projeto, deputado Alessandro Molon, espera apresentar um relatório final ainda no primeiro semestre de 2012.
Leia mais em:
http://www.tecmundo.com.br/projeto-de-lei/21387-sopa-brasileiro-pode-ser-apro...

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=P7ekmN0DhhU

PT tornou o BRASIL mais preguiçoso, mais burro, mais medíocre e mais ordinário





(Maíra Amorim, O GLOBO, 21/04/12)


Tudo bem que errar é humano e qualquer um pode se confundir com o português. Mas, quando estamos falando de enunciados e questões de provas de concursos públicos, maltratar a língua é imperdoável. Afinal,
como cobrar que os candidatos acertem tudo se nem mesmo as bancas são capazes de fazê-lo?

O problema ganhou destaque depois que um dos enunciados da prova para diplomata do Instituto Rio Branco, cargo dos mais desejados do país, aplicada no dia 25 de março, veio com a palavra "exige" grafada como "exije". Um erro que, em princípio, não compromete a compreensão da
questão, mas que desestabiliza o candidato e afeta a credibilidade das bancas e dos órgãos que promovem o processo de seleção.

" É claro que erros podem acontecer. Mas quando um aluno de alto padrão, que está concorrendo a um cargo para a área de diplomacia, se depara com um erro de ortografia, é natural que perca a confiança na avaliação. O processo de revisão não deveria deixar passar isso "
avalia Marcelo Portella, professor de português do Curso Maxx,preparatório para concursos.

O Boa Chance foi atrás de outros exemplos de equívocos desse tipo edescobriu que não é em toda prova que eles aparecem, mas que são, sim mais frequentes do que se pensa " e ainda se juntam a problemas mais
recorrentes como falta de palavras, divergências de interpretação e
enunciados com mais de uma resposta.

No concurso público para agente fiscal da Receita Municipal de Porto Alegre, organizado pela FMP Concursos e cujas provas ocorreram entre 18 de março e 1 de abril deste ano, há dois casos que não passam batidos pelo olhar mais atento: "admimistração", logo na primeira página do
exame, em vez de "administração", e falta de concordância em "pagamento
mensais".

" Primeiro eu me assusto e leio novamente a questão, não querendo acreditar que a banca possa ter cometido um erro tão grosseiro. Quando constato que está realmente errado, fico muito chateada, pois parece que a banca não está levando a prova a sério e a elaborou de qualquer jeito.
Perco totalmente a confiança na banca " afirma a candidata Michele Zanettin. " Fora que isso desconcentra a gente e, muito importante,nos faz perder tempo, sendo que o tempo já é pouco para responder a
tantas questões.

No caso do certame do Sul, os termos escritos de forma incorreta não
afetavam a interpretação. Mas e quando o próprio vocábulo cujo significado está sendo perguntado vem escrito errado? Aconteceu em uma prova para a Petrobras, em 2008, elaborada pela Fundação Cesgranrio. A
pergunta era: "A senhoragem é (são) a (os)...". Sendo que a expressão
correta, que, no universo da economia designa a diferença entre o valor
real e o nominal da moeda, é "senhoriagem".

A falta da letra "i" pode confundir um candidato, assim como a ausência
de um acento. Entre "público" e "publico" a diferença vai além do acento agudo e chega ao significado. O engano foi da prova para o Sebrae/PA, organizada pela Funrio em 2010. No mesmo teste, outro erro: o
esquecimento de um acento indicativo de crase em "conceder incentivos
fiscais as MPEs" (e não às MPEs).

" Os erros de natureza sintática, como os de acentuação, estão entre
os mais frequentes " destaca Marcelo Portella.

A prova para a prefeitura de Camocim, no Ceará, organizada pela Consep
este ano, passou dos limites: continha várias letras faltando, erros ortográficos e frases como "ter boas práticas de higiene são
fundamentais", em vez de "é fundamental".


Erros não costumam suscitar anulação

"Intelegibilidade" e não inteligibilidade; "contra-cheque" em vez de
contracheque; "maior clareza" e não mais clareza; "extingüir" com trema;
"à partir" e não "a partir"; e até "serveja" em vez de cerveja
. São alguns dos exemplos de erros lembrados pelos professores de cursos preparatórios e por candidatos. Mas, na maioria dos casos, esse tipo de
engano não motiva a anulação da questão.