terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Piauí o estado que deu a vitória record a Dilma, 75% dos votos. Mais da Metade da população passa fome e come rato rabudo...


Ministra da Casa Civil submetia decisões à apreciação das empreiteiras, comprovam e-mails trocados pelo cartel da Lava Jato

 
 
 
E-mails apreendidos durante as buscas e apreensão na casa do presidente do Grupo OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, indicam que as empresas do suposto cartel acusado de pagar propina a altos funcionários da Petrobrás em troca de contratos bilionários tratava diretamente com a Casa Civil e Ministério da Fazenda sobre as obras e contratos de seus interesses na área de infraestrutura.


“Acertada, finalmente, com a Casa Civil nossa atuação direta junto aos diversos ministérios. Casa Civil continuará atuando diretamente no processo, mas as iniciativas serão nossas. O que nos dá liberdade e agilidade”, escreve Raphael Tourinho Neto, no dia 3 de julho deste ano, quando já havia sido deflagrada a Operação Lava Jato e as maiores empreiteiras do País eram alvo notório de investigações da Polícia Federal.

O autor do e-mail foi ministro de Minas e Energia no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), é político ligado ao DEM e atual presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura e Industrias de Base (Abdib).


Seus interlocutores são os alvos centrais da Lava Jato dentro do braço empresarial do esquema, principais executivos das gigantes da construção: o presidente e o vice-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo e Gustavo Barreto; o presidente do Grupo OAS, Léo Pinheiro; os presidentes da Camargo Corrêa, João Ricardo Auler (Construtora) e Dalton Avancini (Conselho de Administração); o vice presidente executivo da Mendes Júnior, Sérgio Mendes; o presidente da Galvão Engenharia, Dário Galvão Filho; e o presidente da UTC Engenharia, Ricardo Ribeiro Pessoa. Além deles, representantes da Associação Brasileira de Infraestrutura e Industrias de Base (Abdib)e do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon).


Os e-mails escritos por Tourinho Neto foram interceptados pela PF nos computadores de Léo Pinheiro, número 1 da OAS, quando ele e outros executivos foram capturados por ordem judicial. Pinheiro pediu a um funcionário da empresa que imprimisse o material e o guardasse.


O arquivo de Léo Pinheiro abarca temas como obras, nomes de contatos nos ministérios da Casa Civil e da Fazenda, bem como indicativos de que o grupo era consultado por setores do governo antes que decisões internas fossem tomadas – todas relacionadas a obras de infraestrutura no País. No espaço “assunto”, o autor do e-mail escreveu “Comunicado GT Interministerial”. Seus interlocutores são 13 executivos das empreiteiras – a maioria deles a Lava Jato mandou para a cadeia no dia 14 de novembro, quando foi desencadeada a histórica Operação Juízo Final.


Sétima etapa da Lava Jato, a Juízo Final desmascarou o cartel que, desde 2004, controlava os negócios mais lucrativos da Petrobrás, corrompendo agentes públicos para fraudar e fatiar obras na estatal petrolífera. Atuando em parceria com funcionários graduados da Petrobrás, nomeados por partidos políticos (PT, PMDB e PP), o grupo chamado de ‘clube das empreiteiras’ pagava de 1% a 3% para manter seus contratos bilionários com a estatal.


O e-mail apreendido no arquivo de Léo Pinheiro, da OAS, traz o apontamento de atuação do grupo na Casa Civil e também no Ministério da Fazenda. No mesmo e-mail que começa com os registros “Comunicado Ref.: Acompanhamento de Oportunidades para o desenvolvimento da infraestrutura brasileira”, Tourinho Neto apresenta informativos referentes aos dias 1 e 2 de julho de 2014.


“Para que o andamento de cada intel do Oportunidades possa ser acompanhado pelas empresas, pela Abdib e pelo Sinicon, no que couber a cada um, emitiremos informativos, sempre que houver alguma novidade”, destaca o interlocutor ao grupo de executivos já denunciados pela força-tarefa da Lava Jato por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de organização criminosa.

CASO DE POLÍCIA SE O BRASIL FOSSE UM PAÍS DECENTE

Polícia Federal apreendeu em computador do número 1 da OAS textos que revelam trânsito de alvos da Lava Jato em setores estratégicos da administração federal


E-mails apreendidos durante as buscas e apreensão na casa do presidente do Grupo OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, indicam que as empresas do suposto cartel acusado de pagar propina a altos funcionários da Petrobrás em troca de contratos bilionários tratava diretamente com a Casa Civil e Ministério da Fazenda sobre as obras e contratos de seus interesses na área de infraestrutura.

“Acertada, finalmente, com a Casa Civil nossa atuação direta junto aos diversos ministérios. Casa Civil continuará atuando diretamente no processo, mas as iniciativas serão nossas. O que nos dá liberdade e agilidade”, escreve Rodolpho Tourinho Neto, no dia 3 de julho deste ano, quando já havia sido deflagrada a Operação Lava Jato e as maiores empreiteiras do País eram alvo notório de investigações da Polícia Federal.

O autor do e-mail foi ministro de Minas e Energia no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), é político ligado ao DEM e atual presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura e Industrias de Base (Abdib).

Entre seus interlocutores estão alguns dos alvos centrais da Lava Jato dentro do braço empresarial do esquema, principais executivos das gigantes da construção: o presidente e o vice-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Azevedo e Gustavo Barreto; o presidente do Grupo OAS, Léo Pinheiro; os presidentes da Camargo Corrêa, João Ricardo Auler (Construtora) e Dalton Avancini (Conselho de Administração); o vice presidente executivo da Mendes Júnior, Sérgio Mendes; o presidente da Galvão Engenharia, Dário Galvão Filho; e o presidente da UTC Engenharia, Ricardo Ribeiro Pessoa. Além deles, representantes da Associação Brasileira de Infraestrutura e Industrias de Base (Abdib)e do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon).

Os e-mails escritos por Tourinho Neto foram interceptados pela PF nos computadores de Léo Pinheiro, número 1 da OAS, quando ele e outros executivos foram capturados por ordem judicial. Pinheiro pediu a um funcionário da empresa que imprimisse o material e o guardasse.

DILMA - A HIPÓCRITA! Dilma corta R$ 18 bilhões em direitos trabalhistas com apoio da CUT e do PT. É o ápice do estelionato eleitoral



Dilma corta R$ 18 bilhões em direitos trabalhistas com apoio da CUT e do PT. É o ápice do estelionato eleitoral

Na calada das festas de final de ano, o PT, com apoio das centrais sindicais, ataca benefícios trabalhistas conquistados a duras penas pelo trabalhador brasileiro. O corte é de 25% em valores. Em direitos, ainda não dá para ter ideia. O objetivo é economizar R$ 18 bilhões às custas da força de trabalho, para compensar o dinheiro fácil que emprestaram para grandes grupos empresariais, especialmente para as empreiteiras do Petrolão. As mudanças serão publicas amanhã, no Diário Oficial da União e uma série de medidas provisórias serão enviadas ao Congresso Nacional, ferindo profundamente o abono salarial, o seguro-desemprego, o seguro-defeso, a pensão por morte e o auxílio-doença.


Segundo informou o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, “todas as mudanças respeitam integralmente todos os benefícios que já estão sendo pagos. [Elas] não se aplicam aos atuais beneficiados, não é retroativo”. Muito obrigado, ministro! Só faltava o estelionato eleitoral ter efeito retroativo!


As medidas foram combinadas, pasmem!, com representantes de centrais sindicais, na tarde de hoje (29), no Palácio do Planalto. Elas começam a valer a partir de amanhã, mas precisam ser aprovadas pelos deputados e senadores para virarem lei. Elas vão causar um corte de aproximadamente R$ 18 bilhões por ano, a preços de 2015. É como se 2 milhões de trabalhadores deixassem de receber um salário mínimo por mês, incluindo décimo-terceiro.


Vejam o absurdo! O PIB do Brasil vai crescer menos de 0,2% e, de acordo com Nelson Barbosa, que vai assumir nesta quinta-feira (1º) o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o corte equivale a 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) do próximo ano, e vai aumentar ao longo do tempo, de acordo COM A MAIOR UTILIZAÇÃO DOS BENEFÍCIOS.




Vejam um resumo das medidas:


• o aumento da carência do trabalhador que tem direito a receber o abono salarial. Antes, quem trabalhava somente um mês e recebia até dois salários mínimos poderia receber o benefício. Agora, o tempo será de no mínimo seis meses ininterruptos.

• pagamento proporcional ao tempo trabalhado, do mesmo modo que ocorre atualmente com o 13º salário, já que pela regra atual o benefício era pago igualmente para os trabalhadores, independentemente do tempo trabalhado.

• o seguro-desemprego também sofrerá alterações: passa de seis meses para 18 meses o prazo em que o trabalhador pode solicitar o benefício pela primeira vez.

• na segunda solicitação, o período de carência será de 12 meses. A partir do terceiro pedido, a carência voltará a ser de seis meses.

• o trabalhador não poderá acumular benefícios

• o governo vai criar uma carência de dois anos para quem recebe pensão por morte. Será exigido tempo mínimo de dois anos de casamento ou união estável para que os dependentes recebam a pensão.

• o auxílio-doença também sofrerá alteração. O teto do benefício será a média das últimas 12 contribuições, e o prazo de afastamento a ser pago pelo empregador será estendido de 15 para 30 dias, antes que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passe a arcar com o auxílio-doença.

Impostômetro chega a R$ 1,8 trilhão em 2014 e bate novo recorde



Em 2013, painel que soma impostos, taxas e contribuições pagos pelos brasileiros, ficou em torno de R$ 1,7 trilhão

O Impostômetro passou de R$ 1,8 trilhão na tarde desta segunda-feira, 29. O painel da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), localizado na Rua Boa Vista, no centro de São Paulo, revela o total de impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros ao longo do ano. Neste ano de 2014, a soma representa um recorde em relação ao volume de impostos pagos pelos brasileiros em 2013, que ficou em cerca de R$ 1,7 trilhão.

“Esse número mostra que a arrecadação tributária cresceu, acompanhando o aumento da inflação em 2014″, diz Rogério Amato, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

No site do Impostômetro (www.impostometro.com.br), é possível calcular o que dá para fazer com todo o dinheiro arrecadado. Com R$ 1,8 trilhão, seria possível, por exemplo, pagar 12,8 trilhões de bolsas famílias, 2,4 trilhões de salários mínimos ou mais de 22,5 milhões de casas.

O recorde deste ano, segundo a associação, segue o aumento dos principais impostos, como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que incidem sobre os preços e refletem a inflação.

Em 2005, segundo a Receita Federal, a carga tributária do país era de 33,38% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2013, a soma passou a representar 35,95% do PIB.

...e a vaca tossiu!


Pobreza só é bom para pobre. Os comunistas gostam mesmo é de riqueza!!


O que eu não consigo entender nesses comunistas é que eles gostam tanto dos pobres mas não querem viver na simplicidade que os pobres vivem. Vê só o Lula agora mudou para um apartamento triplex, a mesma coisa acontece com o Fidel Castro, vocês precisam ver a mansão do Fidel Castro é uma coisa de louco. Não podemos esquecer da nossa presidente Dilma que quando viaja só se hospeda em Hotéis super luxuoso e agora também comprou uma tremenda fazenda, a onde ela conseguiu essa dinheirama se com o salário de presidente da República ela nunca teria condições de comprar tal fazenda.

A mesma coisa aconteceu com o Lula, entrou pobre para a presidência e saiu bilionário. Por isso que eu não consigo entender esses comunistas, Marxistas, Leninistas, Trotskystas, seja lá o que for porque eles falam de uma maneira mais agem de outra, ou seja, adoram as benesses que o capitalismo proporciona.

O interessante que a História diz que Max nunca trabalhou, ele vivia às custa da irmã dele, será que é por isso também que o Lula não gosta de trabalhar que é para ser comparado ao Max??

Agora vamos fazer uma pequena comparação com os nossos presidentes militares. Entraram pobres para a presidência da República e saíram pobre da presidência da República, que diferença do Lula que entrou pobre e saiu bilionário, o pior que não foi só ele os filhos dele também??

http://jgrsmaia.blogspot.com.br/2014/12/pobreza-so-e-bom-para-pobre-os.html

Aos amigos queridos do blog- FELIZ 2015


domingo, 28 de dezembro de 2014

"Maria do Rosário autorizou repasse de 546 mil reais para a ONG de Leonardo Sakamoto chamada ONG Repórter Brasil."



Quem lê os absurdos contra a direita que Sakamoto posta nem imagina que o grande negócio que ele possui, e que recebe dinheiro do Governo Federal com aprovação de Maria do Rosário.

Só em 2013, a ONG Repórter Brasil recebeu R$ 1.293.475,92 entre "convênios e doações".
Quem lê as coisas de Sakamoto e acha que ele defende a esquerda a toa, é melhor dar uma olhada na movimentação financeira dele antes.

Link da movimentação da ONG em 2013:

http://reporterbrasil.org.br/balanco2014_2013.pdf



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Novo ministro de Dilma, filho de Jader Barbalho responde por fraudes



Helder Barbalho (dir.), novo ministro da Pesca: fisgado por improbidade

Convidado para comandar o Ministério da Pesca e Aquicultura no governo Dilma II, Hélder Barbalho (PMDB-PA), 35, responde a dois processos na Justiça Federal por improbidade administrativa quando foi prefeito de Ananindeua, perto de Belém. Em uma das ações, o Ministério Público pediu o bloqueio dos seus bens por comprar remédios e contratar serviços para Saúde de empresas fantasmas.

A gestão de Hélder Barbalho sumiu com R$ 1,8 milhão destinados a programas de Saúde, diz o MPF. Despesas nunca foram comprovadas.

Auditoria do Ministério da Saúde achou fraudes na compra de ambulância. A vencedora, a Planan, é pivô da Operação Sanguessuga.

O ex-prefeito é investigado ainda pelo MPF por suposto desvio de R$1 milhão em convênio com Funasa para construir estação de esgoto.

Filho de Jader Barbalho, um dos poucos políticos brasileiros algemados pela Polícia Federal, Hélder também é acusado de não recolher INSS. Leia na coluna Claudio Humberto.

Número de endividados cresce e confirma o fracasso da política econômica do governo Dilma.



Inadimplencia_16Hora da verdade – Aumentou em dezembro deste ano o índice de famílias endividadas e inadimplentes, na comparação com o mês anterior. Mesmo assim, na comparação com dezembro de 2013, houve queda no número de famílias nessas condições, de acordo com a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
A proporção de famílias com algum tipo de dívida ficou em 59,3% em dezembro, acima dos 59,2% de novembro, mas abaixo dos 62,2% de dezembro do ano passado. O percentual de famílias muito endividadas passou de 11,6% para 10,8% em comparação com dezembro de 2013. Essa redução no quesito “muito endividadas” é reflexo do uso do décimo terceiro salário para a liquidação ou amortização de pendências financeiras. Tanto é assim, que a expectativa do comércio varejista para as vendas de final de ano não é das mais animadoras. O volume menor de dinheiro destinado às compras reduziu o valor médio dos presentes de Natal.
A maior parte das dívidas está relacionada ao cartão de crédito (74,6%), aos carnês (18%), ao financiamento de automóveis (14,5%) e ao crédito pessoal (9,6%). A maior parte das famílias (52,2%) compromete de 11% a 50% de sua renda com dívidas, fruto da sandice inaugurada por Lula, em dezembro de 2008, de empurrar os brasileiros na vala do consumismo, ação irresponsável que só foi possível por causa do chamado crédito fácil.
Em outro vértice da crise, o índice de famílias inadimplentes, com dívidas ou contas em atraso, ficou em 18,5% em dezembro deste ano, contra os 18% de novembro deste ano, mas inferior aos 20,8% de dezembro de 2013. O tempo médio de atraso das dívidas é sessenta dias.
natal2014_01

A pesquisa da CNC também mostrou o percentual de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas: 5,8%. O índice está acima dos 5,5% de novembro deste ano e abaixo dos 6,5% de dezembro do ano passado. De novo o décimo terceiro salário entra em cena, assim como essa situação explica a queda de captação da caderneta de poupança. Os brasileiros deixaram de economizar para quitar dívidas futuras. Apesar desse cenário cada vez mais preocupante, Dilma Rousseff insiste em dizer que a política de distribuição de renda do governo é um estrondoso sucesso, não sem antes destacar a valorização do salário do trabalhador.
Quando o UCHO.INFO, ainda em 2008, alertou para o perigo que representavam as medidas do então presidente Lula para estimular a economia e enfrentar os efeitos colaterais da crise global, os palacianos se limitaram a dizer que este site torce contra o Brasil.

Relembrando o Senhor nestes Tempos de fúria e de escuridão




Realmente. Questionado proclamou Jesus Cristo: "Então, dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus".

Também sobre a “verdade” - Pilatos perguntou a Jesus Cristo "quid est veritas", mas não obteve resposta ....

uram nos desviar Daquele a q
Nos tempos atuais, a mentira, a fraude e os falsos apóstolos procuem devemos seguir. Falando sobre os últimos dias, o JESUS CRISTO ensinou: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane; Porque muitos virão em meu nome dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos”. (Mateus 24:4–5).
Em outras palavras, desgraçadamente atuais, muitos tentarão nos enganar dizendo que eles ou os seus ensinamentos nos salvarão, não sendo, portanto necessário um Salvador ou Seu Evangelho. Observe o secularismo messiânico dos chamados comunistas que substituem os Santos Cristãos pelos seus carrascos sanguinários ... como Marx, Lênin, Stálin, Mao, Castro, Che Guevara ...

Também o Apóstolo Paulo proferiu advertências claras contra os “tempos trabalhosos” que ocorreriam nos últimos dias. “Porque haverá homens amantes de si mesmos, … desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, (…) sem amor para com os bons, (…) mais amigos dos deleites do que amigos de Deus.” (II Timóteo 3:1–4) Ele disse também que “homens maus e enganadores irão de mal para pior, enganando e sendo enganados”.

Mas também é o Evangelho que manda dar de comer a quem não tem comida.

Porém, ainda é São Paulo quem adverte que a caridade não deve ser entendida como estímulo à preguiça, eis que percebendo que alguns acharam muito confortável viver às custas da comunidade, adverte: "Quem não trabalha que também não coma".

RIVADÁVIA ROSA

Educação marxista ensinando que DEUS foi morto pelo DIABO, como pregava MARX...Ensina aidna como rezar para o diabo


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O livro “Máquina de Brincar” do escritor gaúcho Paulo Bentancur, poderia ser apenas mais um livro distribuído gratuitamente aos alunos da rede pública em várias partes do Brasil, mas acabou causando uma grande polêmica depois que algumas imagens, escaneadas de suas páginas, foram divulgadas na internet. O furdunço acabou se espalhando pelo Brasil e foi até manchete de jornais, como o “Gazeta online” da Globo e do Jornal de Brasilia do portal Ig.

As fotos foram supostamente tiradas por uma mãe que teria ficado indignada após encontrar o livro na mochila de sua filha de 9 anos de idade. Ela teria então tirado fotos do livro e postado noFacebook, causando muita polêmica entre os usuários da rede.O livro é dividido em duas partes: uma para se ler no claro e outra para se ler no escuro, e nessa última parte é que estão os poemas acusados de serem “orações a Satanás”.

No Facebook e mundo afora, o livro dividiu opiniões: foi motivo de revolta e indignação para muitas mães, que acreditam que uma criança pode até ficar traumatizada com tanta obscuridade, e que não deveria ter acesso a um livro assim.

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Assistencialismo e altruísmo são a mesma coisa?







A maior forma de caridade, argumentou o filósofo judeu Maimônides, ainda no século XII, ocorre quando a ajuda dada permite ao ajudado se tornar auto-suficiente.
No entanto, os sistemas de caridade estatal vigentes ao redor do mundo -- eufemisticamente chamados de 'sistemas de bem-estar social' -- geraram o efeito oposto: eles na realidade criaram dependência. Logo, é urgente repensar a maneira como estamos atualmente delegando ao estado a tarefa de ajudar as pessoas.

As pessoas instintivamente pensam que, sem um programa assistencialista gerido pelo estado, os pobres e os necessitados não seriam cuidados e, consequentemente, seriam deixados à míngua. Com esta inaceitável perspectiva em mente, as pessoas consequentemente se tornam fervorosas em sua defesa de algum programa assistencialista estatal, ainda que possam porventura apresentar reservas à maneira como tal programa esteja sendo gerido pelo estado.

Antes de nos aprofundarmos, gostaria de fazer a seguinte sugestão: sugerir que o assistencialismo estatal não está funcionando e que ele deveria ser abolido não é a mesma coisa que sugerir que os pobres e necessitados não devem receber cuidados. Com efeito, é justamente o oposto.

A assistência é algo complicado -- e não é apenas o assistido o que importa

O fornecimento de serviços assistenciais é um processo delicado, complicado e imprevisível. Em algumas ocasiões, simplesmente dar dinheiro pode realmente levar o assistido ao caminho da auto-suficiência; em outras, não. Dar dinheiro pode gerar uma redução temporária de seu sofrimento, mas frequentemente gera uma maior dependência e uma menor auto-suficiência.

Em determinadas ocasiões, uma abordagem estritamente local é tudo de que se necessita; em outras, uma abordagem mais prática passa a ser essencial; já em outras, é necessária uma abordagem puramente psicológica ou emocional; e há também ocasiões em que se deve buscar algo que seja mais específico às circunstancias particulares de cada indivíduo. Por fim, há também ocasiões em que todo o necessário é apenas dar o proverbial "tapinha nas costas". Diferentes circunstâncias requerem diferentes abordagens e diferentes formas de assistência.

A dignidade do assistido também tem de ser considerada. Ser alvo da caridade alheia pode ser algo degradante e humilhante. Em algumas ocasiões, o anonimato pode ser necessário; em outras ocasiões, não.

Tendo tudo isso em mente, a seguinte pergunta se torna inevitável: como pode alguém realmente pensar que é viável criar um programa de assistencialismo estatal que seja feito de cima para baixo, e imaginar que tal programa irá satisfazer todas essas necessidades distintas e variáveis, de maneira consistente?

No entanto, quando a caridade se torna um programa estatal compulsório, as necessidades do filantropo nem sequer são consideradas. Sua renda é confiscada via impostos e fim de papo. O filantropo não tem nenhuma voz ativa; ele simplesmente não pode especificar a maneira como o dinheiro que ele ganhou e que lhe foi tomado deve ser gasto. Para piorar, o filantropo é, na maioria das vezes, moralmente contra os programas que seus impostos financiam.

A tributação é um ato de doação forçada que destrói a satisfação altruísta que as pessoas normalmente sentem quando fazem doações voluntárias. Ajudar os outros e compartilhar com eles um pouco do que temos é parte de nossa humanidade. No entanto, em um mundo em que o governo se arvorou a responsabilidade de cuidar dos pobres e necessitados, essa compaixão foi removida. Como resultado, o estado hoje detém um quase-monopólio da compaixão.

Com efeito, a coisa é ainda mais bizarramente específica: a esquerda defensora de um estado assistencialista inchado e generoso detém hoje o monopólio da compaixão. Qualquer um que não concorde com o conceito de um estado assistencialista inchado e generoso é imediatamente tido como insensível e egoísta.

Como o estado destrói a propensão filantropa das pessoas

Quando você é obrigado a pagar impostos para o governo para que ele forneça serviços assistencialistas (ou mesmo educação e saúde) para os necessitados, a sua capacidade de pagar por estes mesmos serviços para você e para sua família é reduzida, pois agora você tem menos dinheiro. Após uma parte da sua renda ser confiscada via impostos, torna-se mais difícil para você bancar a escola de seus filhos, seu plano de saúde e seu aluguel. E se torna ainda mais difícil você ser caridoso para com terceiros, o que significa que tal tarefa será delegada com ainda mais intensidade ao estado. Pior ainda: o próprio fato de você agora ter menos dinheiro significa que você provavelmente também dependerá do estado para determinados serviços. Isso faz com que a rede de dependência cresça cada vez mais.

No que mais, se o estado está fornecendo auxílio para os necessitados com o seu dinheiro, então você inevitavelmente se sentirá absolvido da responsabilidade moral de ajudar os outros necessitados.

Simultaneamente, o assistencialismo estatal, além de ser inflexível, é caro. As burocracias que administram os programas de redistribuição de renda sempre são ineficientes e dispendiosas. Mais ainda: elas são propensas à corrupção e ao rentismo (pessoas que manipulam o sistema para ganhos políticos e para proveito próprio).

Se você analisar o que ocorreu ao longo das últimas décadas com itens como tecnologia, alimentação e vestuário -- necessidades humanas essenciais que, em grande parte, não são fornecidas pelo estado --, verá que houve uma queda dramática nos preços (mensurados em termos de horas de trabalho necessárias para se adquirir a mesma quantidade de cada item) e uma sensível melhora na qualidade dos produtos. A concorrência reduziu os custos. No entanto, no campo assistencialista, não houve tal melhoria. Por que não? Porque, graças ao quase-monopólio estatal, não há concorrência nesta área.

A ideia de haver concorrência para serviços caritativos é ofensiva para muitas pessoas. Mas é necessário haver concorrência se a intenção for melhorar a qualidade e reduzir os custos.

O maior gasto em nossas vidas não é, como muitos acreditam, nossa casa ou a educação de nossos filhos. Nosso maior gasto é com o governo. E tal gasto não deve ser mensurado apenas em termos de carga tributária, mas também em termos de regulamentação, de burocracia, de infraestrutura decadente e de serviços pelos quais temos de pagar em dobro, pois os que o estado fornece com nossos impostos são lastimáveis (como saúde, educação e segurança). Sendo assim, imagine um mundo com um estado mínimo. Repentinamente, este gasto desnecessário seria removido. Sem o custo do estado, teríamos agora mais capital para investir e gastar. As pessoas genuinamente estariam no poder. Nossa capacidade de ajudar os necessitados seria aumentada.

Em um mundo sem estado, ou com um estado genuinamente mínimo, nossa responsabilidade moral em ajudar os outros seria repentinamente restaurada. Mais ainda, seria aumentada. Simultaneamente, e graças à concorrência, a ajuda que queremos e podemos oferecer seria mais barata, mais variada e de melhor qualidade. Organizações estariam competindo entre si para oferecer mais ajuda a um preço menor. E mesmo organizações que visam estritamente ao lucro estariam propensas a fazer isso porque, no mínimo, seria bom para a imagem delas.

Qual seria o resultado? Auxílios caritativos a custos mais baixos, auxílios caritativos mais eficazes, auxílios caritativos mais variados, mais difundidos e mais flexíveis, que poderiam satisfazer necessidades específicas. Em suma, uma rede caritativa de maior qualidade e que estimulasse algum retorno dos auxiliados em termos de qualificações profissionais.

Você diz que, sem o estado assistencialista, os pobres e necessitados seriam deixados à míngua? Pois eu digo que eles serão tratados em um padrão muito mais elevado do que aquele que vigente hoje.

Por Dominic Frisby, quinta-feira, 11 de setembro de 2014

ABORTO- AFINAL, QUEM NÃO RESPEITA O DIREITO À VIDA – RESPEITARÁ O QUE?





O DIREITO À VIDA é o DIREITO DOS DIREITOS, independentemente de crença, (pre) conceito, credo ou religião.O fato é que com a ascensão ao poder de certa esquerda, que se diz humanitária, entramos na ‘era’ da descriminalização das drogas, do aborto e de tudo aquilo que a (in) governança pública por absoluta falta de compromisso com o interesse público não quer resolver.

Com relação à natalidade - o que precisamos é de planejamento, controle, ou seja, lá o que for para evitar a concepção, através de meios contraceptivos - que pode muito bem ser possibilitado pelo Estado - não a eliminação física de uma vida depois de gestada.

O direito à vida na Bíblia: “Não matarás” (6º mandamento do Decálogo);

Na lei (Código Civil – L.10406, 10/01/2002): “A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro.”
Assim, não admitir os preceitos religioso e legal – como querem os ABORTISTAS – é enveredar pelo relativismo – que uma vez instalado no intelecto (des) humano – provocará a corrosão das idéias, valores, princípios, incidindo no descaminho da incerteza e da regressão atávica em que tudo é permitido, muito bem expressa no preceito de RAIMUNDO PEÑAFORT, jurista da Inquisição: Necessitas facit licitum quod non est licitum in lege – a necessidade faz lícito o que não é pela lei, o que de forma simplista - tudo - ABSOLUTAMENTE tudo será possível, até a adulteração da concepção de SER HUMANO.

AFINAL, QUEM NÃO RESPEITA O DIREITO À VIDA – RESPEITARÁ O QUE?

RIVADÁVIA ROSA

sábado, 27 de dezembro de 2014

TCU apura se Petrobras aceitou ter prejuízo para beneficiar Bolívia

 

 


TCU apura se Petrobras aceitou ter prejuízo para beneficiar Bolívia
O MP aponta o ex-presidente da estatal José Sergio Gabrielli como responsável por um possível dano ao erário federal causado pela decisão

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União investiga a suspeita de que a Petrobras tenha aceitado tomar prejuízo em um contrato com a estatal boliviana YPFB. A manobra permitiria repasse maior de dinheiro ao país vizinho, governado por Evo Morales, um aliado ideológico do PT.
O MP aponta o ex-presidente da estatal José Sergio Gabrielli como responsável por um possível dano ao erário federal causado pela decisão. Mas quer que o TCU avalie se houve, de fato, prejuízo. O tribunal avaliará também quais as outras pessoas e instâncias da empresa responsáveis por aprovar um aditivo contratual que permitiu aos bolivianos diminuir o potencial calorífico mínimo do gás entregue diariamente pela YPFB à empresa brasileira.

"É imperativo averiguar o fato de a repactuação estar fora das práticas da indústria do petróleo e de não gerar aparentemente nenhuma vantagem para a empresa brasileira", escreveu o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, autor da representação entregue na sexta-feira. "É natural inferir que a repactuação, por conta da mudança do teor calorífico do gás, possa ser um acordo subreptício para majorar o valor efetivamente pago pela Petrobrás em razão do contrato", argumentou Oliveira.

A mudança foi feita em dezembro de 2009 em um contrato assinado entre Petrobras e YPFB em agosto de 1996 para fornecimento de gás à estatal brasileira. O acordo original, relatou o procurador, estabelecia a compra de uma quantidade diária de gás com poder calorífico de 9.200 kilocalorias (kcal) por metro cúbico. Com a alteração, "sem explicação aparente", esse valor caiu para 8.200 kcal por metro cúbico.

Em outubro, esse mesmo contrato já havia chamado a atenção do Ministério Público por causa de outra modificação. Na ocasião, Oliveira pediu uma auditoria para apurar possível dano ao erário motivado pelo pagamento de US$ 434 milhões extras pelo fornecimento de gás boliviano.

“Crimes de ódio”. Curioso.





Podemos começar por analisar os discursos do ex-presidente, sr. Da Silva que propala a “luta (sem) classes” nos meios de comunicação, seguido de termos como “zelites”, “branco”, “olhos azuis” ....

Ademais, os que demonstram que estão obcecados com a cor ou pensamento de alguém, ou seja de identificar as pessoas por sua cor/etnia, religião, cultura, ou opção política não seria um comportamento ofensivo?

O rótulo étnico não seria em si racista, assim como identificar as pessoas pelas qualidades ou defeitos, de forma favorável ou não, não seria preconceituoso?
Agrego alguns adjetivos epônimos dos honrados militantes petistas para compor o catálogo das infâmias:
“laia”, “corja”, “boçais”, “vendilhões da pátria”, "crasse mérdia", “gente escrota”, “povinho escroto, mau caráter e safado”, “gente sórdida e fedida, que ainda vai comer muita merda”, “otários”, “são psicopatas, idiotas, golpistas, safados”, “psicopata”, “índole sórdida e safada que os distingue”, “é uma gente escrota, maldita, asquerosa, ...

“É desse tipo de "gente" escrota, canalha, maldita e fedida, que não tem noções mínimas de civismo, de patriotismo e de vergonha na puta da cara que o Stalin, o Mao e o Fidel Castro desinfetaram seus respectivos países.”

- “É uma gentalha porca, estúpida, arrogante, atrevida, inútil e golpista, que só serve para treino de tiros de fuzil em paredões.”

“psicopata senil”,

- “ranço ideológico, direita e seus vassalos, degenerados,cínicos e farsantes, essa trupe de malfeitores/escrevinhadores”, "crasse mérdia brasileira".


Nesse contexto se sobressai a irresponsabilidade da pirotecnia verbal, apontando e identificando os “inimigos”, acusados de “nazistas”, “fascistas”, “direitista” com incitação ao castigo, estímulo dos instintos sinistros de (des) humanidade e a partir daí toda e qualquer atrocidade é “auto justificada”.

Ainda também os que pensam e identificam a “burguesia”, como uma categoria, numa classe, não como seres humanos e, ademais ainda erigem outras categorias como “direitista”, “elites” (“zelites”), empresários capitalistas, e, até a sofrida classe média, como fez a novíssima pensadora do petismo-lulismo, sob os aplausos orgiásticos do seu chefe e militantes.

Sem esquecer os princípios e valores democráticos, o respeito à liberdade de expressão e à própria honra e dignidade pessoal – que são tripudiados cinicamente - quando o debate de opiniões ou a discussão racional envereda para a agressão ou a desqualificação pessoal, mormente quando a atitude dos governantes se inclina perigosamente para a intolerância e o autoritarismo, conforme se verificou nas recentes eleições presidenciais, agravado pelo estímulo à luta (sem) classes.

Confira ao “vivo” se é declaração de “ódio” ou “amor”?

https://www.youtube.com/watch?v=FpSO-pWoTr0

Sem nenhuma intenção subliminar, identifique a biografia de um grande líder político:



1) teve uma infância muito pobre;

2) foi obrigado a abandonar a terra natal para tentar a sorte em outro lugar;

3) estudou pouco;

4) sem formação intelectual, garantiu seu sustento através da habilidade manual;

5) enfrentou grandes dificuldades para se manter, inclusive vivenciando períodos de desemprego;

6) quando resolveu fazer militância política, aderiu à causa operária e acabou fundando um partido de trabalhadores, com perfil socialista;

7) foi preso por fazer oposição ao governo;

8) aliou-se com empresários para garantir respaldo financeiro ao seu partido;

9) através de promessas mirabolantes e discursos progressistas acabou chegando legalmente ao poder;

10) valendo-se de carisma e oratória, conseguia "hipnotizar" as massas, isentando-se das acusações que pesavam contra seu partido. E então, já identificou? Fácil! 


Ele é... o nacional-socialista her Adolf Hitler [Adolf Hitler, 1889-1945 – do partido nacional-socialista do trabalhadores alemães – partido nazi ou nazista] 

MAS CONFESSA QUE VOCÊ PENSOU QUE ERA O LULA, NÉ?


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Atualmente existem no mundo dois impérios – o Russo e o Chinês



Atualmente existem no mundo dois impérios – o Russo e o Chinês – e ambos pretendem dominar e/ou mundo em áreas de seus respectivos interesses geopolíticos: a Rússia a Europa e parte da Ásia e a China parte da Ásia e o resto do mundo, inclusive a América Latina – onde vem promovendo seus interesses inclusive emprestando dinheiro a juros kamaradas aos bolivarianos em estado de falência. É o capital “vermelho”, fazendo a festa.Confira o que ‘se pasa’ no Tibete:


China prohíbe la reencarnación del Dalai Lama

Una directiva del gobierno comunista pretende evitar la sucesión del líder espiritual tibetano
 

PT - O PARTIDO DO ÓDIO E GEORGE ORWELL





É sobre a secretaria de direitos humanos que cairá o peso de rastrear o crime do ódio na internet. Como estamos na era cibercultura a caçada aos “criminosos” será em especial nas redes, ênfase para as sociais.

Nesse momento é impossível não comparar esse fato com o livro de George Orwell 1984, onde temos a descrição do Ministério do Amor. Essa divisão do governo totalitário tem como meta rastrear, torturar e prender todas as pessoas que comentem a crimédia. A crimédia acontece quando alguém fala uma palavra que não está no dicionário do governo. Para esse fim, o personagem Syme era filólogo e especialista em Novilíngua. Essa mudança de conceito de palavras acontece de forma rápida e assustadora. Abaixo segue um trecho do livro:

“…No fim, todo o conceito de bondade e maldade será descrito por seis palavras – ou melhor, uma única. Não vês que beleza, Winston? Naturalmente, foi idéia do Grande Irmão, – acrescentou, à guisa de conclusão…”(1984- George Orwel)
Para o nosso pesadelo, o mundo de Orwell se tornou real. No caso essa palavra universal chama-se Unidade da diversidade/ unicidade ou diversidade. É sobre essa palavra que o conceito de ódio está se invertendo, por exemplo: O simples fato de uma pessoa seguir a Bíblia e for contra o movimento homossexual já é motivo para qualificar como crimédia, ou seja, crime de ódio, pois a palavra do governo e da nova ordem mundial  é diversidade e nela tem que estar o amor global.

“Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” (João 16 : 33)