O (des) caminho da (des) educação nacional, orientado do e para o poder.
O fato é que de há muito vem sendo gestada a experiência totalitária na educação – que se manifesta a partir das escolas primárias (fundamental) em que tanto os textos como os livros autorizados (distribuídos) para o ensino, inclusive médio (secundário) são editados com o selo partidário devidamente ‘certificado’ pela ideologia que se pretende hegemônica – fazendo apologia dos governantes e dos ‘profetas’ da barbárie, como Ernesto ‘Che’ Guevara, Mao Tse Tung. Isto é vergonhoso, tanto para o País quanto para o mundo.
De resto, seria oportuno aprofundar o análise com mais profundidade sobre a influência da ideologia não só na educação, mas também nos destinos do País, sobretudo para evitarmos o ultimatum bolivariano (comunismo): "la educación de tus hijos o tu vida".
-É livre a manifestação do pensamento; é livre a expressão da atividade intelectual e científica; é inviolável a intimidade, a vida privada; é livre a associação para fins lícitos (Art. 5º, incisos IV, IX, X e XVII, da CRFB/1988).
-“Toda sociedade na qual os direitos não são garantidos e a separação dos poderes não é determinada, não possui Constituição”.Art. 16 da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789.
-"Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, nformações e idéias por qualquer meio de expressão” (Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas).
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