No Brasil, qualquer palavra que se diga contra um bandido é "crime de ódio". Você pode xingar um cristão de tudo quanto é nome, clamar pelo estupro de mulheres conservadoras, acusar qualquer direitista de crimes que ele não cometeu, apregoar que vai passar por cima da lei e impor sua preferências políticas "na marra", mas, se você chama um criminoso de criminoso sem amortecer a palavra mediante o adjetivo "suposto", ou mesmo sem preferir o termo "jovem" em vez de "bandido", você é que é o criminoso. A opção preferencial dos partidos de esquerda pelo Lumpenproletariat está mais do que documentada. O que falta é reunir toda essa documentação num estudo histórico-sociológico: isso bastaria para demonstrar que o aumento assombroso da criminalidade no Brasil não é resultado de erros ou de má administração, mas de uma vontade política, de uma escolha consciente baseada no ódio sem fim a tudo quanto seja ordem, normalidade, saúde mental -- símbolos nefandos da "opressão capitalista".
-É livre a manifestação do pensamento; é livre a expressão da atividade intelectual e científica; é inviolável a intimidade, a vida privada; é livre a associação para fins lícitos (Art. 5º, incisos IV, IX, X e XVII, da CRFB/1988).
-“Toda sociedade na qual os direitos não são garantidos e a separação dos poderes não é determinada, não possui Constituição”.Art. 16 da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789.
-"Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, nformações e idéias por qualquer meio de expressão” (Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas).
-Esta mensagem não contém informação confidencial e/ou privilegiada – portanto, pode ser copiada, divulgada ou deletada. 24 Horas.
Esquerdas. Um ponto de vista interessante.
ResponderExcluir