sábado, 3 de novembro de 2012
Apoio ao Projeto de Lei de Iniciativa Popular pelo voto impresso além do eletrônico.
Estou de acordo com o PLIP apenas em parte pois minha posição é radical: eliminação do voto eletrônico e adoção da cédula impressa. Ademais, a expressão “urnas eletrônicas mais confiáveis“ é uma contradição em termos uma vez que não existe urna eletrônica confiável. Se existisse, os EUA que detêm a mais avançada TI do mundo, já teria adotado o modelo que os gênios brasileiros do TSE conceberam a pedido do PT ... Quanto à cópia impressa do voto eletrônico, é inviável para a recontagem: seria preciso contar com a anuência de eleitores dispostos a desvendar seu voto, o que iria de encontro ao instituto do voto secreto, um dos princípios basilares da democracia.
Para que o crime seja perfeito, isto é, para que a fraude nas urnas eletrônicas não cause desconfiança, é preciso que o resultado das pesquisas de intenção de voto esteja perto do resultado da apuração. Daí a necessária parceria criminosa entre os INSTITUTOS DE PESQUISA CHAPA BRANCA (IBOPE, DATA FOLHA, VOX POPULI E CNT SENSUS) e o TSE. É, ao que se pode supor, o que ocorreu durante a campanha de reeleição de lulla e da eleição de dilma.
Se não, vejamos:
1 – A reeleição de lulla
Lulla fugiu do debate no primeiro turno mas não teve como evitar o confronto no segundo turno. Foi encurralado na TV, por Alkmin, o tempo todo do debate e parecia uma barata tonta no auditório. Era visível seu despreparo. A tensão e o medo abalavam sua fisionomia a cada pergunta do adversário. Entretanto, surpreendentemente, no dia seguinte (haveria tempo para pesquisar ? ...) os institutos de pesquisa chapa branca – IBOPE, DATA FOLHA, CNT SENSUS e VOX POPULI – apressaram-se a comunicar ter sido ele o grande vencedor do debate !!! ... A partir daí, nas pesquisas chapa branca de intenção de votos simularam um crescimento de lulla que ultrapassou Alkmin em São Paulo e Minas, colégios eleitorais sabidamente anti lulla !!!. Finalmente, terminada a votação, o TSE, com a velocidade de um raio, proclamou o resultado e deletou todos os registros: lulla vencera com o mesmo escore proclamado pelas pesquisas chapa branca (até os decimais depois da vírgula). Coincidência ? Claro que não. Se os registros foram imediatamente deletados é porque não resistiriam a uma análise de dados.
Voltando à CMI do mensalão encontramos mais uma façanha dos institutos de pesquisa chapa branca: enquanto havia a certeza de que, ante os fatos escabrosos revelados na CPI, o impeachment de lulla seria certo como favas contadas, as pesquisas registravam um índice recorde de rejeição (real), quase alcançando 100 %. Depois que ACM, o mais poderoso e temido oposicionista, decidiu pelos demais parlamentares que não seria proposto o impeachment, pois era preferível que lulla sangrasse até morrer, para não se tornar vítima, como Getúlio, os institutos de pesquisa chapa branca reverteram em menos de um mês esse resultado e lulla voltou a ser o bem amado ...
Agora que o mito lulla está sendo desconstruído pela divulgação dos crimes perpetrados e executados (dos quais o mensalão, de que ele foi o capo di tuti capi) durante os oito anos de seu desgoverno, é oportuno lembrar: a vaia no Maracanã; a baixíssima audiência do caríssimo (para o governo, que patrocinou a produção) filme LULA, O FILHO DO BRASIL, contrastando com o campeão de bilheteria TROPA DE ELITE 2 – O INIMIGO AGORA É OUTRO, recordista de audiência, cuja última cena foca a Praça dos Três Poderes insinuando que ali está o inimigo; e, finalmente, mas não menos importante, a debacle do PT nestas últimas eleições.
2 – Eleição da Dilma
Os esquema voltou a funcionar. É bom lembrar que o presidente do TSE era o Levandowisk, que não permitiu acesso ao software das urnas eletrônicas. Quem assistiu aos debates percebeu que a Dilma não junta lé com cré, que é o que se ouvia da voz das ruas. Entretanto, as urnas eletrônicas, mais uma vez, repetiram o resultado das pesquisas de opinião, até mesmo depois da vírgula.
BATALHA
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