Vejo uma pinta negra nas asas da sétima pomba. Hoje, naquele vale, o povo fala de sete pombas negras que levantaram voo rumo aos cumes da montanha nevada”.
Marcelo Leal, ao mencionar o poeta Gibran Khalil Gibran para tentar provar que o ex-deputado Pedro Corrêa não pode ser classificado como corrupto apenas por ser réu no mensalão.
Aproveitando que o “ministro-poeta” Carlos Ayres Britto ocupa a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), advogados de réus no processo do mensalão abusaram das mais variadas referências ao expor, na primeira semana concedida à defesa, teses jurídicas para tentar desconstruir o que foi classificado como “o mais atrevido” escândalo de corrupção do país. A cantilena incluiu citações a intelectuais, poesia, música e até a novela "Avenida Brasil", da Rede Globo. O objetivo foi o mesmo: argumentar que quem mandava na verdade não mandava tanto assim, quem sacou a propina apenas cumpriu ordens e quem recebeu dinheiro não sabia do que se tratava.
-É livre a manifestação do pensamento; é livre a expressão da atividade intelectual e científica; é inviolável a intimidade, a vida privada; é livre a associação para fins lícitos (Art. 5º, incisos IV, IX, X e XVII, da CRFB/1988).
-“Toda sociedade na qual os direitos não são garantidos e a separação dos poderes não é determinada, não possui Constituição”.Art. 16 da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789.
-"Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, nformações e idéias por qualquer meio de expressão” (Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas).
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