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A ‘organização’ – estrutura-se como societas scelere para delinqüir; protege-se com o silêncio (lei do silêncio – omertá); possui um chefe máximo ('capo dei tutti i capi' - chefe dos chefes) que distribui os ‘dividendos’ aos chefes e subchefes regionais (como deputados, ministros e outras autoridades importantes); é um poder patológico, mas organizado, lógico e racional.
Opera no mercado do crime pela lógica do poder e funcionalidade como fim, aproveitando-se das vulnerabilidades e distorções do desenvolvimento socioeconômico, fortalece-se num ambiente de fraqueza do sistema legal, repressivo penal e tributário, aproveitando-se das vulnerabilidades e desestruturação da infraestrutura produtiva do Estado, dos baixos níveis de segurança e repressão.
Sua fase mais avançada, na depredação dos bens e serviços públicos, se dá quando se apropria do Estado. ...
RIVADAVIA ROSA
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