skip to main |
skip to sidebar
O Procurador-Geral da República, Antonio Fernando Souza, na sua peça acusatória classificou o esquema como “fruto de uma organização criminosa dividida em três núcleos: o político-partidário, o publicitário e o financeiro – tudo para garantir a permanência do PT no poder”.
Pela representatividade dos mensaleiros que agiam ao lado do presidente da República, fazendo do Palácio do Planalto a sede do PT, ao fim e ao cabo, o julgamento foi além dos indiciados.Por algum motivo de "força maior", o procurador-geral em sua peça não incluiu o verdadeiro chefe da quadrilha, embora no julgamento tenha ficado claro a presença de um réu oculto, sem o qual aqueles crimes não teriam sido praticados com tanta facilidade, desfaçatez e deboche
Nenhum comentário:
Postar um comentário