A destruição pelo furacão Sandy foi tanta em Santiago de Cuba, que o ditador de plantão na ilha, Raúl Castro, chegou a dizer que “Santiago parece uma cidade arrasada por um bombardeio” e disse que não irá lá até que, pelo menos, o fornecimento de eletricidade seja restabelecido.
Como certa vez reconheceu Lula ao dizer que “Cuba é um país extremamente pobre e miserável”, para depois concluir com uma de suas sandices populistas e enganadoras ao dizer que “em compensação não havia no mundo um povo mais digno”, como se houvesse qualquer dignidade na pobreza e na miséria, a par de toda essa desdita que aflige a população dessa ilha do Caribe, está a frequência com que a mesma é açoitada por furacões, ciclones, tempestades e outras manifestações da episódica violência com que a natureza nos lembra de nossa insignificância.
Como se não bastasse a sociopatologia do regime socialista que é o principal fator de atraso e pobreza crônica de seus insulares, desta vez foi a passagem do furacão Sandy que arrebentou com o que havia de construído na ilha-cárcere dos Castros, principalmente na cidade de Santiago de Cuba, antes que seguisse a sua rota destruidora rumo à costa leste estadunidense.
Acostumado ao conforto típico dos integrantes do politiburo socialista da ilha, e em face da enorme destruição, o ditador de plantão na ilha, Raúl Castro, chegou a dizer que “Santiago parece uma cidade arrasada por um bombardeio” e disse que “não irá à Santiago até que, pelo menos, o fornecimento de eletricidade seja restabelecido”.
Uma semana depois do impacto devastador do Sandy, as regiões a leste da ilha se entregam a um febril trabalho de recuperação que é tanto mais penoso para os seus habitantes quanto maior é a escassez de quase tudo no pequeno país insular e com o agravante de que o governo socialista de Havana pouca coisa tem feito para ajudar os locais e ainda sequer foi capaz de oferecer uma estimativa geral dos danos causados pelo cataclismo.
O Sandy castigou com força, durante cinco horas, ao longo da madrugada de 25 de outubro último a leste da maior das Antilhas, onde deixou um rastro de onze mortos e uma paisagem de devastação, especialmente em Santiago de Cuba.
Ainda não se conhece – e parece que tão cedo não será revelado – o valor das perdas causadas pelo furacão bem como o seu efeito na por si própria maltrapilha economia cubana. O regime não considera importante que o povo tome conhecimento de tais informações... Aliás, aos socialistas quanto menos conhecimento dos fatos o povo tiver, melhor para eles!
Uma das avaliações preliminares, feitas por observadores externos, é a de que as perdas superem 88 milhões ...
COMENTÁRIO
Não se preocupem. O governo brasileiro já liberou dinheiro para a Ilha, incluindo o Haiti; e o governador do RS - o leninista Tarso Genro está pontualmente na Ilha para oferecer investimentos brasileiros, a serem financiados pelo BNDES. Enquanto isto, a miséria campeia no Nordeste e em todo o país....
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