domingo, 4 de novembro de 2012

Preciosa lição de Rivadávia Rosa, compara o socialismo/comunismo com o liberal-capitalismo.







Não há nem pode haver um sistema político e/ou econômico perfeito, enquanto instituições humanas. O pensamento crítico é necessário, mas a implacável crítica socialista está contaminada de falsidades históricas. Não podemos condenar um sistema que sabidamente, mesmo com suas mazelas é o maior agente revolucionário da História – gerado e gerador pela revolução produtiva e tecnológica – triplicou a expectativa de vida entre 1700 – 2000; e efetivamente reduziu a pobreza nos países que adotaram a prática capitalista.

Na época que precedeu o capitalismo moderno, a miséria, as pragas e a fome subjugavam o mundo. A produção em massa decorrente da Revolução Industrial elevou o nível de vida das pessoas, multiplicou a produtividade, o emprego e o salário, criou uma classe média educada e permitiu o rápido aumento da população dos países. As crianças e as mulheres puderam deixar as fábricas, a educação e a saúde melhoraram, se expandiu até a caridade e diminuiu a fome.

Uma perfunctória análise da experiência global – indica que a propriedade privada individual – fundamento do sistema econômico capitalista liberal – é a ‘única maneira de gerar riqueza prosperidade’, inclusive a incensada inclusão social.

É de se lembrar o registro histórico/prontuário negativo:

A União Soviética demorou sete décadas na maior barbárie do século passado (1917-1991) para abandonar a ilusão do estatismo e seus subprodutos como a luta de classes, a ditadura do proletariado, o centralismo democrático, o regime do partido único (ESTADO-PARTIDO), a censura, a ausência de liberdade, a repressão do Gulag, para redescobrir a via do CAPITALISMO, ou seja, o óbvio: que todos os países desenvolvidos o foram com o concurso decisivo do capital privado, economia de mercado, liberdade, pluralismo, respeito à propriedade privada, aos contratos (segurança jurídica) e os necessários limites aos governo.
RESUMINDO: o CAPITALISMO onde foi minimamente aplicado liberou o homem da opressão e da pobreza.



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