O protesto do General Marco Antônio Felício contra a decisão do Ministério Público Federal de denunciar o Coronel Sebastião Curió reflete só mais um dos lances da esquerda contra os heróis militares que as venceram no campo das armas. A memória e a disposição vingativa dos vencidos são imorredouros. Mas o episódio é importante para se meditar sobre a história recente do Brasil. Nunca, por período tão longo de tempo, os militares calaram e aguentaram os desaforos e as provocações das esquerdas como temos visto desde a chamada abertura política. É esse silêncio e essa omissão que estão na raiz das provocações crescentes e continuadas. Os comandantes escondem-se por detrás do formalismo e do discurso jurídico, achando que terão sempre amparo dos tribunais superiores. Bem vimos a profunda modificação que o STF sofreu desde as inúmeras nomeações feitas desde que Lula assumiu.
Esse revanchismo tem sido levanta avante em todos os países sob o jugo do Foro de São Paulo, tendo sido o caso mais exemplar e ignominioso o do General Augusto Pinochet. Na Argentina tem até ex presidentes presos. Felizmente entre nós os oficiais comandantes foram poupados e já morreram. Se as esquerdas são as autoras das tentativas de denegrir os militares que lhes deram combate, é a oficialidade omissão a grande responsável por essas ações não terem fim.
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