OS IRMÃOS CASTRO PARA SOBREVIVEREM NO PODER CUBANO PRECISAM SUBMETER O BRASIL E ANULAREM A LIBERDADE DOS BRASILEIROS, CONFORME PLANEJARAM OS PTRALHAS ATRAVÉS DO FORO DE SÃO PAULO.
Dissidentes cubanos esperam discurso do Papa na defesa dos direitos humanos
Mais do que mensageiro da fé, o papa Bento XVI desembarca amanhã em Cuba como portador de esperança para os opositores ao regime de Raúl Castro. A segunda visita de um pontífice à ilha socialista — João Paulo II esteve no país em 1998 — é aguardada como uma oportunidade para que o líder católico exerça sua influência em favor de uma abertura política. Na sexta-feira, a bordo do avião que o levou ao México, Bento XVI fez uma crítica incisiva e direta ao sistema cubano. Além de afirmar que a ideologia marxista já não corresponde à realidade, ele instou Cuba a buscar novos modelos e a avançar “sem traumas”. A blogueira Yoani Sánchez, uma voz contundente contra os irmãos Castro, espera que a presença papal funcione como um despertador capaz de acordar os 11,3 milhões de cubanos. “Desejamos que a ação não parta dele, mas de nós mesmos”, afirma ao Correio, por telefone. Para ela, a agenda do pontífice é determinante. “Caso ele se reúna apenas com Raúl e Fidel Castro, será uma visita inglória. Se ele escutar a outra parte, haverá um movimento para a transformação”, acrescenta.
Tudo o que as Damas de Branco desejam é ter um minuto apenas com Bento XVI. O grupo de mulheres e mães de presos políticos teme que o governo cubano manipule o papa. “As autoridades poderão dizer a ele que não existem prisioneiros, que elas respeitam os direitos humanos e que as pessoas têm liberdade para ir à missa”, diz à reportagem Berta Soler, líder da organização. Ela tem fé em que Bento XVI repita o gesto do antecessor, João Paulo II, e negocie um indulto para os 44 presos políticos e para alguns dos detentos comuns. “É nossa esperança, ainda que saibamos como o governo cubano é imprevisível”, admite.
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