Naturalmente, o tal Goldstein (assim como o Grande Irmão), provavelmente nem existia realmente, era apenas uma imagem criada para canalizar o ódio popular.
Bem, hoje temos uma coisa parecida, só que são pessoas reais, que tem direito a seus dois minutos de ódio toda vez que dizem ou fazem alguma coisa contrária ao credo progressista.
No Brasil, por exemplo, agora tem uma certa Joelma, cantora da banda Calypso. Ela, que é evangélica, fez algumas declarações contrárias ao casamento gay. Também já foi filmada sugerindo a um fã gay adolescente que "virasse homem" (ela acredita na reabilitação, eu não). Pronto. É a nova figura a ser odiada pela população bacana. Antes dela, foi o tal Marcos Feliciano, e antes o Bolsonaro. Todos culpados de serem contrários ao casamento gay ou a alguma outra bandeira progressista.
Cada vez me convenço que o tal "casamento gay" é, sim, um modo de chutar as canelas do Cristianismo, mas principalmente uma manobra para distrair as massas. Afinal, só interessa a 3-5% da população que é homossexual, ou nem isso, pois a maioria dos gays, nos lugares em que obteve o direito de casar, prefere não fazê-lo na prática. Trata-se, portanto, de uma medida acima de tudo simbólica. Porém, ajuda a demolir a Igreja e a sociedade tradicional, então, por que não? E, ao mesmo tempo, enquanto a classe média fica distraída discutindo a "igualdade de casamento", é roubada, enganada e estuprada por um governo cada vez mais totalitário, sem nem perceber...
Acho que George Orwell cometeu apenas um erro em "1984": ele superestimou a capacidade de rebeldia e de inteligência dos seres humanos. A verdade é que a maioria aceita bem alegremente mugir e comer alfafa, e ainda jurando que está sendo "independente
mister x


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