A despolitização da sociedade promovida pelos militares veio de mãos dadas com a renúncia à guerra cultural. Os militares perseguiram seus opositores e exterminaram as guerrilhas de esquerda, e nisso demonstraram implacável eficiência, mas não fizeram absolutamente nada para impedir que o marxismo tomasse conta das universidades e do aparato cultural no Brasil. Pelo contrário: figura de proa do regime de 64, o general Golbery do Couto e Silva – o principal articulador do processo de abertura política nos governos Geisel e Figueiredo – defendia abertamente a “teoria da panela de pressão”, segundo a qual era necessário, e até desejável, que a esquerda dispusesse de um canal de expressão nas artes e na cultura, vistas até então como um terreno “inofensivo”.
-É livre a manifestação do pensamento; é livre a expressão da atividade intelectual e científica; é inviolável a intimidade, a vida privada; é livre a associação para fins lícitos (Art. 5º, incisos IV, IX, X e XVII, da CRFB/1988).
-“Toda sociedade na qual os direitos não são garantidos e a separação dos poderes não é determinada, não possui Constituição”.Art. 16 da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789.
-"Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, nformações e idéias por qualquer meio de expressão” (Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas).
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