Livro didático de língua portuguesa adotado pelo MEC (Ministério da Educação) ensina aluno do ensino fundamental a usar a “norma popular da língua portuguesa”. Para explicar melhor: o livro estimula os alunos a falarem errado, sem constrangimento que seria taxado como 'preconceito'.
Augusto Nunes também expõe sua opinião sobre o que classificou como assassinato a sangue frio da gramática, da ortografia e da lucidez, provocado pela professora Heloísa Ramos. Perplexa e "ofendida", uma das autoras do livro, a professora Heloísa Ramos, declarou que a intenção era deixar os alunos à vontade por conhecer apenas a linguagem popular e não ensinar errado. Isso é que é boa intenção: deixar o aluno bem à vontade para falar errado.://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/tag/heloisa-ramos/
Os autores, que deveriam ser presos por crime à língua de seu país, ainda se dão o direito de usar frases como “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado”, “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”. Alegam que não há erros pois “só o fato de haver a palavra os no plural já indica que se trata de mais de um livro”.
Alega esse atentado cultural, que o estudante pode correr o risco “de ser vítima de preconceito linguístico” caso não use a norma culta. Engano! Vítima de preconceito - mais do que merecido - seria um Ministério da Cultura como esse que nós temos e um governo baseado na falta de instrução, usada como se fosse uma virtude (frases no final da página). Com ou sem livro destinado à 'analfabetagem', ao menos da minha parte sempre sofrerão preconceito toda vez que entupirem meus ouvidos com erros gramaticais mais básicos. Não por sua ignorância, mas pela escolha de um governo que pretende mantê-los cada vez mais ignorantes.
Ao defender “o uso da língua popular”, os autores afirmam que a imposição de normas lingüísticas cultas (?) não levam em consideração a chamada língua viva. Deve estar se referindo àquela língua que vive nas ruas, nas favelas, no meio de quem não teve acesso à instrução por culpa principalmente do governo que prefere os ignorantes que são mais facilmente domáveis.
O MEC disse ainda que a escola deve propiciar aos alunos jovens e adultos um ambiente acolhedor no qual suas variedades linguísticas sejam valorizadas e respeitadas, para que os alunos tenham segurança para expressar a "sua voz". De fato, não existe nada mais acolhedor. Não para os alunos, mas para um governo PTista.
JUREMA CAPELETTI
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