sábado, 17 de agosto de 2013

Advogado quer ir ao Tribunal Internacional contra a sentença de morte de Jesus Cristo




Afinal o “erro” de PÔNCIO PILATOS foi um ‘paradoxo pilatiano’ configurando historicamente um exemplo de ‘populismo judiciário’ ou um simples “erro judicial”?

No julgamento de Jesus Cristo a conduta de Pilatos é orientada entre o clamor do povo (voz das ruas) e o conceito de verdade sabida. Ao decidir entre Barrabás e JESUS, o povo salvou o primeiro (da morte, apenas).

O populismo judiciário, vulgarmente conhecido como ‘clamor público’ – inaugurado tragicamente com o julgamento de JESUS CRISTO – com a ‘pena’ de crucificação, e a ‘soltura’ de BARRABÁS, “fundamentada” pela a vox populus, perpassa os tempos, inclusive com alguns arreganhos atuais turbinado pela plebe ignara. Essa mesma plebe ignara inspirada na ignorância das massas está sempre de prontidão para cumprir seu desiderato histórico destrutivo ...

Resumindo: Pilatos foi um democrata no sentido estrito de que ouviu a voz do povo, da qual se diz se diz também, paradoxalmente, que é a voz de Deus. A velha Vox populi vox Dei (a voz do povo, a voz de Deus - the voice of the people is the voice of God - la voix du peuple est la voix de Dieu - voce di popolo, voce di Dio - stem van het volk stem van God (volksopinie is van grote waarde – (Holandês) - Weil es Volkes Stimme ist, ist es Gottes Stimme. Assim, a decisão de PÔNCIO PILATOS, pode ter seguido a essência da democracia, mas negou a própria Justiça.

E os clamores dos novos tempos continuam ...

Oremos, pois, irmãos!

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